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SÃO PAULO – Os preços pagos pelo consumidor nos postos de combustível brasileiros praticamente não se alteraram entre as semanas encerradas em 21 e 28 de novembro. Os dados, divulgados nesta segunda-feira (30) pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), mostram que a maior redução, de apenas 0,2%, foi verificada no litro do álcool, que passou de R$ 1,509 para R$ 1,506.
Em seguida, ainda em âmbito nacional, veio a gasolina, com queda de 0,08% (de R$ 2,538 para R$ 2,536). O óleo diesel ficou 0,05% mais barato, com seu litro passando de R$ 1,860 para R$ 1,859. o Gás Liquefeito de Petróleo, o famoso botijão de cozinha com 13 litros, passou de R$ 32,96 para R$ 32,95.
A única alta foi verificada no Gás Natural Veicular. O metro cúbico passou de R$ 1,263 para R$ 1,268 no intervalo, o que representou um encarecimento do produto na ordem de 0,4%.
Álcool
Analisando o preço do álcool combustível no âmbito do Estado de São Paulo e de sua Capital, contudo, a queda foi mais forte.
Os preços passaram de, respectivamente, R$ 1,235 para R$ 1,220 (-1,21%) e de R$ 1,241 para R$ 1,222 (-1,53%) nas duas semanas. Com a queda verificada na cidade, o valor cobrado pelo derivado de cana-de-açúcar se aproximou ainda mais da média estadual.
Vale lembrar ainda que, em ambos os casos, o litro é mais barato do que o empregado no resto do País (R$ 1,506).
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Gasolina
A gasolina também quase não apresentou variação. Vendo os dados do Estado e da cidade de São Paulo, as quedas foram de, respectivamente, 0,54% (de R$ 2,424 para R$ 2,411) e 0,57% (R$ 2,422 e R$ 2,408).
Esse cenário, contudo, deve mudar. Conforme relatou recentemente à InfoMoney o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro), José Alberto Paiva Gouveia, após o segundo turno das eleições, é possível que o combustível fique cerca de 5% mais caro.
“A Petrobras não aumenta os preços há um ano, exatamente por uma questão política. Agora o consumidor pode ter que pagar mais”, afirmou.