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SÃO PAULO – O preço cobrado pelos remédios nas farmácias estão abaixo do preço máximo permitido pelo governo. Uma pesquisa da Pro Teste – Associação de Consumidores – apontou que, em São Paulo, chega a 50% a diferença entre o preço máximo permitido pelo governo e o mais barato encontrado na farmácia. Em outras capitais pesquisadas, a diferença variou aproximadamente 23%.
Com o resultado, a Pro Teste afirma que seria desnecessária a elevação de 4,5% no preço máximo permitido, a qual entrará em vigor em abril, pois as farmácias já não praticam o máximo permitido.
O reajuste é feito com base na inflação acumulada medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) e na produtividade dos laboratórios.
Cerca de 20 mil remédios podem ter seus preços alterados. O aumento, porém, é optativo a cada farmácia.
Como economizar
A Pro Teste aconselha aos consumidores realizarem sempre pesquisas entre as farmácias, antes de comprar medicamentos. A economia pode ser de até 30%. Além disso, a opção pelos genéricos, sempre que possível, permite ao consumidor pagar, por alguns remédios, quase a metade do valor máximo autorizado pelo governo.
Nas capitais pesquisadas (Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Florianópolis, Rio de Janeiro e São Paulo), os genéricos custam, em média, 8% menos que o produto com marca.