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SÃO PAULO – O preço da cesta básica de São Paulo subiu 1,81% em abril, de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Procon-SP, em convênio com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), e divulgada nesta quarta-feira (16).
No mês passado, os paulistanos pagaram R$ 340,72 para comprar os produtos essenciais, sendo que, em março, esse valor era de R$ 334,66. Nos últimos 12 meses, a cesta básica paulistana acumula alta de 6,58%, enquanto que, no ano, tendo como base 28 de dezembro do ano passado, houve queda de 1,88%.
Por grupo, foram contatadas as seguintes variações: alimentação (1,95%), limpeza (2,50%) e higiene pessoal (-0,20%).
Destaques
Dos 31 produtos analisados, 18 ficaram mais caros, enquanto 10 tiveram queda nos preços, na passagem de março para abril deste ano.
Entre as maiores altas, destacam-se o feijão carioquinha (16,09%), açúcar refinado (6,90%), batata (6,83%), óleo de soja (5,73%) e margarina (5,45%). Os produtos que mais pressionaram positivamente o indicador foram o feijão carioquinha (0,84%), açúcar refinado (0,38%), óleo de soja (0,24%), sabão em pó (0,20%) e batata (0,13%)
Por outro lado, as quedas mais importantes foram da salsicha avulsa (4,66%), desodorante spray (4,64%), papel higiênico fino branco (3,54%), café em pó (1,77%) e ovos brancos (1,70%).
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Preços
De acordo com o Procon-SP, os aumentos ou quedas de preço dos produtos que compõem a cesta básica nem sempre estão atrelados a algum desequilíbrio entre oferta e demanda, motivado por razões internas (quebras de safra, política de preços mínimos aos produtores, conjuntura econômica do país etc.) ou por razões externas (mudanças no cenário internacional, restrições políticas ou sanitárias às importações brasileiras etc.).