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Da comunicação à articulação política: quais são as perspectivas para a aprovação da reforma da Previdência?

Três semanas após ser apresentada pelo governo, proposta terá seu primeiro momento importante na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira, com a instalação das comissões permanentes, pontapé inicial dos trabalhos na Casa

SÃO PAULO - Após mais de um mês de trabalhos na nova legislatura, a Câmara dos Deputados deverá instalar as comissões permanentes nesta quarta-feira (13), o que marca o início da tramitação da reforma da Previdência três semanas depois de seu envio. As discussões, porém, ficam para a semana seguinte, quando está prevista a entrega do projeto que trata da aposentadoria dos militares.

A reforma previdenciária terá caminho longo e duro na casa legislativa e exigirá do governo capacidade de articulação, já que são necessários no mínimo 308 votos para que siga para apreciação pelo Senado Federal e, enfim, entre em vigor. Mas será que o governo está fazendo sua lição de casa? O que esperar para os próximos dias e meses?

Para analisar o horizonte para a aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição), as estratégias política e de comunicação até o momento adotadas pelo governo Jair Bolsonaro (PSL) e os tropeços e disputas internas deste início de gestão, o InfoMoney recebeu o jornalista e consultor político e econômico Thomas Traumann para uma entrevista ao vivo.

Veja a íntegra do bate-papo pelo vídeo abaixo:

Thomas Traumann é jornalista e consultor de comunicação. Trabalhou nas redações da Folha de S.Paulo, Veja e Época, foi ministro de Comunicação Social do governo Dilma e participa de pesquisas na Fundação Getulio Vargas (FGV-DAPP) sobre a influência das mídias sociais no debate político. É autor do livro "O Pior Emprego do Mundo", sobre ministros da Fazenda e crises econômicas.

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