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Governo confirma exoneração de Gustavo Bebianno

Ministro deixa o cargo de comando da Secretaria-Geral da Presidência, que passa a ser ocupado pelo general Floriano Peixoto

Gustavo Bebianno
(Valter Campanato/Agência Brasil)

SÃO PAULO - Pivô da crise do governo, Gustavo Bebianno, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, teve sua exoneração confirmada pelo governo na tarde desta segunda-feira (18). A informação foi confirmada pelo porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros.

"O Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, decidiu exonerar, nesta data, do cargo de Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, o Senhor Gustavo Bebianno Rocha. O Senhor Presidente da República agradece sua dedicação à frente da pasta e deseja sucesso na nova caminhada", diz a nota lida pelo porta-voz.

Otávio Rêgo Barros negou que possa haver alguma mudança na estrutura da pasta e confirmou que o general Floriano Peixoto será o novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência.

O porta-voz inda disse que "desconhece a informação" de que teriam sido oferecidos outros cargos para que Bebianno deixasse o cargo por conta própria. Sobre os motivos para a exoneração, ela afirmou que isso é assunto de "foro íntimo" do presidente.

A crise com Bebianno teve início com uma denúncia do jornal Folha de S.Paulo, que diz que o PSL, quando presidido por ele, fez um repasse de R$ 400 mil a uma candidata a deputada federal de Pernambuco.

O agora ex-ministro nega as irregularidades e diz que não foi o responsável por escolher as candidatas que receberam dinheiro do partido, decisão que era dos diretórios locais.

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