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Bolsonaro rebate o jornal errado após ser chamado de "machista, homofóbico e racista"

Candidato foi duramente criticado pelo jornal suíço "Tribune de Genève", mas acabou rebatendo ao francês "Le Monde" em seu Twitter

Jair Bolsonaro
(Wilson Dias/ Agência Brasil )

SÃO PAULO - Após ser duramente criticado pelo jornal suíço "Tribune de Genève", o candidato à presidência Jair Bolsonaro usou seu perfil no Twitter para rebater a publicação. O problema é que ele acabou atingindo outro alvo, o jornal francês "Le Monde".

Na edição publicada nesta segunda-feira (30), o Tribune chamou o deputado de "machista, homofóbico e racista" no título de uma matéria, levando Bolsonaro a rebater: "O desespero, o baixo nível, a tentativa clara e suja sem se preocupar com esposa e filha. Os ataques internacionais também se intensificaram. Veja esta manchete de um dos principais jornais da França e do mundo", disse ele marcando o "Le Monde".

O erro do candidato foi percebido pelo jornal O Estado de S. Paulo, que acabou sendo alvo de críticas de Bolsonaro por conta disso. "Obrigado Estadão pela correção! Seria de extrema importância se existisse o mesmo empenho em corrigir os 'erros' cometidos por vocês e seus colegas sempre contra a minha pessoa. Talvez seriam levados mais a sério. Um abraço!", escreveu ele no Twitter.

Por fim, o candidato ainda lembrou que em dezembro de 2014, o mesmo "Le Monde" o chamou de "homofóbico, misógino e racista", citando uma declaração do deputado em que ele dizia preferir "que um filho meu morra num acidente do que apareça com um bigodudo por aí".

 

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