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Depois de disputa acirrada, Requião vence no Paraná e ações da Copel recuam 3%

As ações PNB da paranaense operam em queda pelo quarto pregão seguido, após confirmada a derrota de Osmar Dias

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SÃO PAULO - Aqueles que ainda tinham alguma esperança de que senador Osmar Dias (PDT) venceria a disputa pelo governo do Paraná devem precificar a presença de Roberto Requião (PMDB) à frente do Estado por mais quatro anos, o que pressiona as ações da Copel por mais um pregão.

A mais acirrada disputa do país resultou na reeleição de Requião com 50,1% dos votos, enquanto Osmar Dias ficou com 49,9%, perdendo por uma diferença mínima de pouco mais de 10 mil votos apenas.

Mas, apesar de ter lutado até o último minuto, Osmar Dias, o candidato mais bem visto pelo mercado no que se refere às perspectivas para a Copel, perdeu, o que abre espaço para que as ações preferenciais classe B da elétrica paranaense ainda sofram alguma pressão.

Presença de Requião agora é certa
Quando as eleições foram para o segundo turno, estes papéis assumiram um expressivo movimento de valorização e, durante o mês de outubro, as pesquisas realizadas indicavam um empate técnico ou uma pequena diferença entre os adversários.

Assim, confirmada a ausência de Osmar Dias no controle da Copel, as ações preferenciais classe B operam em queda de 2,94%, cotadas a R$ 23,10, mesmo após três pregões seguidos em desvalorização. Mas, apesar desta seqüência negativa, o ativo ainda acumula uma valorização de mais de 35% desde o início do ano.

 

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