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Venda de ativos de geração da Celesc pode favorecer sua privatização, diz Fator

A reeleição do governador de Santa Catarina também favoreceria a privatização da companhia, trigger de suas ações

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SÃO PAULO - A Celesc (Centrais Elétricas de Santa Catarina) aprovou a contratação de empresa especializada para elaborar o laudo de avaliação de seus ativos de geração, venda que faz parte de seu processo de desverticalização, que tem até 30 de junho de 2006 para ser concluído.

O resultado da venda das 12 pequenas usinas hidrelétricas (PCH's) e da participação da Celesc em outras hidrelétricas deverá ser utilizado para acelerar a universalização dos serviços da empresa, que uma vez concluída, poderá facilitar a negociação em favor de sua privatização, que constitui um importante driver para suas ações, segundo a Fator Corretora.

Segundo a análise da corretora, vendendo as 12 PCHs, e sua participação em diversas hidrelétricas como Enercan, Dona Francisca e Machadinho, a empresa poderia arrecadar R$ 200 milhões, número que representaria um lucro contábil de R$ 100 milhões em 2006, valor não contemplado pelas suas projeções.

Upside de 40%
Quanto à privatização da elétrica, a corretora lembrou que o governador Luis Henrique da Silveira já manifestou sua posição favorável, caso seja reeleito. Neste sentido, uma posição confortável do atual governador nas primeiras pesquisas eleitorais em 2006 poderá ser bastante positiva para as ações da Celesc.

Dentro deste cenário, a Fator recomenda a compra das ações preferenciais classe B da Celesc, estimando para estas um preço alvo de R$ 2,00 em dezembro de 2006, valor que representa um potencial de valorização de quase 40% em relação ao último fechamento.

 

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