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Programa Minha Casa, Minha Vida atinge a marca de 1 milhão de moradias

A presidente Dilma afirmou, no programa "Café com a Presidenta", que estão sendo construídas 3,4 milhões de residências

casa pré-fabricada - construção - imóveis
(Getty Images)

SÃO PAULO – O programa Minha Casa, Minha Vida atingiu 1 milhão de casas e apartamentos construídos. O anúncio foi dado pela presidente Dilma Rousseff, em seu programa semanal de rádio “Café com a Presidenta”.

A presidente afirmou que estão sendo construídas 3,4 milhões de moradias. “Um milhão [de moradias] foram contratadas no governo do presidente Lula, e 2,4 milhões estão sendo contratadas no meu governo. Do início de 2011 até agosto de 2012, nós contratamos 860 mil novas moradias do Minha Casa, Minha Vida”, divulgou.

De acordo com Dilma, serão investidos R$ 150 bilhões no programa, pois ele garante moradia às famílias brasileiras que nunca tiveram a chance de comprar a casa própria. “A casa própria contribui para que as famílias tenham uma vida melhor, para que as crianças e os jovens se sintam protegidos, para que os laços familiares e as amizades se desenvolvam, para que as famílias construam um lar”, afirmou a presidente.

Vantagens
A presidente comentou que o programa, além de retirar famílias que viviam em áreas de risco, como encostas de morros, beira de córregos e palafitas construídas em cima de mangues e igarapés, o Minha Casa, Minha Vida também ajuda na economia do País.

“Imagine que toda casa, para ser construída, precisa de cimento, de tijolo, areia, fios, torneiras, cerâmica, tinta e outros materiais. Para fornecer esses materiais, as indústrias de todo o país tem de contratar mais trabalhadores e aumentar a produção de suas fábricas. Isso sem contar que na construção de todas essas casas muitos empregos são gerados diretamente”, concluiu Dilma.

O programa
O Minha Casa, Minha Vida atende famílias de três faixas de renda. A primeira são aquelas que recebem até R$ 1.600 por mês. O governo paga até 95% do valor do imóvel e o restante deve ser pago em prestações de até 5% da renda familiar, ou até R$ 25 por mês.

A segunda faixa é para os que recebem até R$ 3.100. Neste caso, o governo ajuda com até R$ 23 mil e também entra com o dinheiro para reduzir os juros e o valor do seguro, em caso de morte, invalidez ou perda da renda. A última faixa é para as famílias que recebem de R$ 3.100 a R$ 5.000. Nesta, o governo paga parte do seguro.

 

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