[podcast] Sessão promete retomada ao mercado acionário e queda do dólar

Apesar do clima mais ameno, a hipótese de rating menor para a dívida soberana dos EUA segue perturbando

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Após realização na quinta-feira, a sessão de hoje promete alguma retomada ao mercado acionário, além de queda do dólar. Nessa manhã as bolsas europeias sobem, assim como os futuros de Wall Street.

Mercado internacional

Apesar do clima mais ameno, a hipótese de rating menor para a dívida soberana dos EUA segue perturbando. Na visão de Steven Hess, analista da Moody’s, o AAA da maior economia do mundo parece confortável por ora, mas não garantido para sempre.

Vamos ouvir a opinião do economista da Gradual Investimentos, André Perfeito, sobre a hipótese de rating menor.

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De acordo com Charles Plosser, do Federal Reserve da Filadélfia, exageros no socorro fornecido pelo Banco Central norte-americano ameaçam sua independência institucional. Para amenizar o problema, o Tesouro deveria absorver ativos arriscados agora em poder do Fed.

Na Europa, as bolsas operam em alta com as ações do setor financeiro minimizando as perdas observadas na abertura do pregão, ao mesmo tempo em que as companhias mineradoras são beneficiadas pelos avanços nos preços dos metais.

Já na Ásia, estendendo as perdas da véspera, o índice Nikkei fechou novamente com desvalorização nesta sexta-feira afetado por empresas exportadoras. Na China, a bolsa de Hong Kong também encerrou em queda, assim como a bolsa de Xangai, sendo a última influenciada por produtoras de energia.

Vale ressaltar que o Bank of Japan anunciou que aceitará títulos estrangeiros como colaterais, visando reforçar a liquidez das instituições financeiras do país. Conforme explica Paul Donovan, do UBS, “serão aceitos papéis de EUA, Reino Unido, Alemanha e até mesmo França”.

No Brasil

No Brasil, os investidores avaliam nesta manhã o IPCA-15 de maio, principal referência em uma sessão de agenda modesta.

Na véspera, Henrique Meirelles alertou para o “excesso de euforia” com o câmbio brasileiro. Segundo leitura da Standard Chartered, declarações como essa mostram a intenção oficial de intensificar as compras de dólares.

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