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Nesta manhã, as bolsas na Europa e os futuros de Wall Street operam em alta, estimulados por resultados corporativos. Indicadores de varejo e de confiança no continente europeu colaboram ainda para o clima otimista. A agenda econômica nos Estados Unidos e no Brasil também centra as atenções dos investidores.
Mercado Internacional
Nos Estados Unidos, a agenda dita o rumo dos negócios. Você confere o resultado do PIB (Produto interno Bruto), referente ao primeiro trimestre.
A maior economia do mundo encolheu 6,1%, bem acima do esperado. Os dados dos estoques semanais de petróleo serão divulgados as 11h30. Os investidores acompanham ainda a reunião do comitê de mercado aberto do Federal Reserve, prevista para 15h15.
Completados 100 dias no cargo, o presidente Barack Obama recebe elogios. Se há polêmica quanto à eficácia, poucos discordam que seu governo mostra iniciativa para tentar resolver questões econômicas e financeiras deixadas como herança pela antiga administração Bush.
Na Europa, a maioria dos índices da região opera em alta. Resultados acima das expectativas surpreendem positivamente e dão fôlego aos mercados após dois dias consecutivos de baixas.
As ações da Siemens avançam após a companhia reportar um aumento de quase 43% em seu lucro operacional, que passou de _ 1,2 bilhão para _ 1,8 bilhão no primeiro trimestre. No mesmo sentido, a Sanofi-Aventis reportou um lucro líquido 16% superior ao registrado entre janeiro e março de 2008.
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Entre os indicadores, a confiança do consumidor europeu surpreendeu em abril ao registrar o seu primeiro avanço em onze meses. Já as vendas no varejo no continente atingiram neste mês sua menor queda em quase um ano.
Na Ásia, a bolsa de Hong Kong fechou em alta nesta quarta-feira, assim como a bolsa de Xangai, sendo a última influenciada pelo bom desempenho de instituições financeiras. A Bolsa de Tóquio não operou por conta do ferido local.
Brasil
Na cena doméstica, a agenda econômica e a publicação de indicadores dão o tom aos negócios. O IGP-M apontou deflação menor em abril, em comparação ao mês anterior.
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No fim do dia, o Copom (Comitê de Política Monetária) anuncia eventual ajuste na taxa básica de juro. Segundo pesquisa da Bloomberg com 56 economistas, 40 apostam em um corte de 1 ponto percentual, levando a Selic de 11,25% para 10,25%.
No plano corporativo, atenção aos resultados trimestrais de Datasul, Embraer, Indústrias Romi, Lojas Renner e Totvs. No exterior, destaque aos números da Arcelor Mittal, Shell, Time Warner e Santander.