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SÃO PAULO – Em relatório desta segunda-feira (31), a Planner reduziu preço-alvo para 2009 das ações da OHL (OHLB3), em vista da incorporação de suas novas premissas para a empresa.
Os analistas, contudo mantém a recomendação de compra aos ativos, que veem como opção defensiva, visto a previsibilidade de geração de caixa da companhia, o que pode ser estratégico no “atual momento econômico de incerteza”. A nova meta para os papéis ficou em R$ 26,88, contra os R$ 31,00 do cálculo anterior.
“Revisamos nossas estimativas para a OHL Brasil devido ao novo cenário macroeconômico para a companhia, que contará com a desaceleração do crescimento do fluxo de veículos-equivalentes à luz das novas e piores expectativas para os novos investimentos no país” afirmam os analistas, que também apontam a redução no guidance da companhia para os próximos anos como outro fator negativo.
Riscos
Entre os riscos da recomendação de compra para as ações, a Planner aponta a possibilidade do tráfego de veículos ficar abaixo das estimativas, devido a fatores específicos ou derivados de uma redução maior do que a esperada para o PIB do País.
Outro risco apontado é a desaceleração do segmento de agronegócio, o que poderá se traduzir em menor volume de veículos de carga, ferindo as margens da empresa.
Pontos positivos
Contudo, apesar da redução do preço-alvo e da perspectiva de um cenário mais desafiador para a OHL, a corretora se mostrou otimista em relação ao início do pedagiamento nas concessionárias federais.
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Os analistas dizem esperar o chamado “efeito ramp up” – um recuperação gradual após o reconhecimento pelos usuários dos benefícios de custo, tempo e segurança proporcionados pelo consórcio.