Petróleo, risco-país e desaceleração do IPCA-15 puxam queda do dólar

Mercado reage com otimismo frente a estes fatores nesta terça-feira; moeda norte-americana segue em leve baixa de 0,24%

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SÃO PAULO – O dólar segue em queda no início desta tarde, comprovando o otimismo do mercado atribuído, entre outros fatores, à queda do petróleo, à desaceleração da inflação e ao risco-país.
No cenário internacional, os preços do petróleo operavam abaixo dos US$ 46 o barril nesta manhã, demonstrando boa reação quanto à capacidade de exportação do Iraque.
Já o risco Brasil, que aponta o spread entre o rendimento dos títulos do tesouro dos EUA e do Brasil, opera em baixa de 1,33%, aos 516 pontos, o menor nível desde fevereiro.

No âmbito doméstico, o mercado analisa a desaceleração da inflação medida pelo IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor – Amplo), que registrou uma alta de 0,79% em agosto frente à alta de 0,93% em julho.

Dólar comercial opera em baixa de 0,24%

O dólar comercial é cotado a R$ 2,9530 na compra e R$ 2,9550 na venda, baixa de 0,24% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana é negociada a R$ 3,1690 na venda, representando um ágio de 7,31% em relação ao dólar comercial.

Dólar futuro na BM&F também opera em queda

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em setembro é cotado a R$ 2.959,
baixa de 0,44% em relação ao fechamento
de R$ 2.972
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em outubro, por sua vez, opera
em baixa de 0,27%,
atingindo R$ 2.996 frente
a R$ 3.004 do fechamento de segunda-feira.

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