Petróleo opera em queda, com relatório dos estoques dos EUA em foco

Aumento maior do que o esperado pelo mercado nos estoques de petróleo dos EUA pressiona cotações nesta tarde

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SÃO PAULO – O petróleo opera em queda nesta quarta-feira, com os investidores analisando o relatório referente aos estoques norte-americanos de petróleo na semana encerrada em 18 de junho. O relatório é divulgado semanalmente às quartas-feiras pelo Departamento de Energia dos EUA.

Nesse sentido, o aumento maior do que o esperado pelo mercado nos estoques de petróleo causou otimismo, e a commodity passou a sofrer pressão. Vale lembrar que no início das negociações o petróleo operava em alta, com a continuação da greve na Noruega trazendo preocupação ao mercado.

Estoques de petróleo tiveram forte aumento

Os estoques de petróleo nos EUA na semana encerrada no dia 18 de junho foram de 305,4 milhões de barris, ao passo que na semana anterior, encerrada em 11 de junho, os estoques estavam em 302,9 milhões de barris, o que representa um aumento de 2,5 milhões de barris ou 0,8%. Os investidores esperavam um aumento de cerca de 1 milhão de barris.
Em relação ao ano anterior, o aumento é de 7,8%, já que no dia 18 de junho de 2003 os estoques estavam em 283,4 milhões de barris.

Os estoques de gasolina, por sua vez, diminuíram em relação à semana anterior. No dia 18 de junho, os estoques de gasolina eram de 205,1 milhões de barris, enquanto que na semana anterior, os estoques estavam em 205,9 milhões de barris. No ano anterior, os estoques de gasolina foram de 207 milhões.

Brent opera em queda

A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, atinge US$ 35,16
nesta quarta-feira, baixa de 1,26% em relação ao último fechamento.

Com o desempenho negativo
de hoje, o petróleo acumula forte baixa de 3,93% neste mês de junho.

Por sua vez, a variação no ano fica positiva em 16,54%, já que a
commodity encerrou o ano passado cotada a US$
30,17 por barril em Londres.
Contrato em Nova York também opera em queda

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O contrato com vencimento em agosto de 2004, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, opera a US$ 37,92 por barril, configurando uma baixa de 0,86% frente ao fechamento anterior.