Publicidade
SÃO PAULO – Com o recuo verificado nos preços do petróleo e as referências positivas do setor de tecnologia impulsionando os índices em Wall Street, o risco-Brasil fechou com queda de 6 pontos nesta quinta-feira (19). Por outro lado, os dados sobre economia norte-americana provocaram certa instabilidade nos mercados ao longo do dia.
Na esfera corporativa, os ativos do setor tecnológico lideraram os ganhos no mercado acionário norte-americano, com destaque para a Broadcom (+7,5%), Intel (+2,5%) e Microsoft (+1,6%). As especulações em torno da possibilidade de que a China eleve os preços dos combustíveis impactaram no preço do barril de petróleo, amenizando os temores inflacionários oriundos da recente disparada da commodity.
Já na agenda econômica, o nível de atividade industrial na região da Filadélfia (Philadelphia Fed Index) referente a junho ficou muito aquém do esperado pelos analistas. Na mesma linha, o número de pedidos por auxílio-desemprego dos EUA (Initial Claims) veio acima do esperado pelo mercado na última semana, contribuindo para a volatilidade externa.
Risco-Brasil recua e Global 40 sobe
O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 188 pontos-base, queda de 6 pontos em relação ao fechamento anterior.
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em alta de 0,04% na noite desta quinta-feira, cotado a 134,95 centavos de dólar.
Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
Continua depois da publicidade
| Ativo | Último | Fech. Anterior | Var % |
| Global 40 | 134,95 | 134,90 | +0,04 |