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Petrobras zera ganhos com vencimento; bancos caem com possível aumento de imposto

Confira a atualização dos principais destaques da Bovespa nesta segunda-feira

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12h24: Petrobras (PETR3, R$ 15,06, +0,07%; PETR4, R$ 14,08, +0,14%)
Depois de subirem cerca de 4%, as ações da Petrobras zeram os ganhos passada euforia com balanço e em meio ao vencimento de opções sobre ações na Bolsa. O otimismo do mercado acompanhava o balanço do primeiro trimestre, divulgado na noite de sexta-feira. “Embora as ações possam reagir bem aos resultados, esse bom trimestre pode ser ‘específico’. O negócio integrado da Petrobras no Brasil foi ajudado pela alta dos preços domésticos, enquanto o baixo capex pode ser apenas uma questão sazonal”, ressaltam os analistas do BTG. 

Hoje, o Goldman Sachs cortou a recomendação da estatal de neutra para venda, e passou o preço-alvo dos papéis ordinários 10,00 para R$ 8,10, enquanto o dos preferenciais foi de R$ 12,00 para R$ 10,00. A revisão ocorre em meio à expectativa de preços menores do petróleo para os próximos anos. 

Balanço da Petrobras anima, mas o que está por vir? É o que realmente importa

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11h26: Time For Fun (SHOW3, R$ 3,35, +5,35%)
As ações da Time For Fun seguem em disparada desde a divulgação do balanço do primeiro trimestre da companhia na semana passada. Desde o dia 12 de abril até agora, os papéis já subiram 14,5%. A empresa encerrou o primeiro trimestre do ano com prejuízo líquido de R$ 2,3 milhões, contra resultado negativo de R$ 22,9 milhões um ano antes.

11h01: Cesp (CESP6, R$ 20,74, -0,72%)
A Cesp encerrou o primeiro trimestre com lucro líquido de R$ 104,2 milhões no primeiro trimestre de 2015, queda de 88% na comparação com o mesmo período do ano passado. 

Segundo a Planner Corretora, o resultado ficou abaixo do esperado e do potencial da companhia, impactado por um GSF (sigla em inglês para designar a geração das hidrelétricas) maior e preços de PDL menores, aliado a um pior resultado financeiro, com impactos diretos na rentabilidade da companhia. Já o Citi disse que permanece vendedor com a ação. “Embora a Cesp ainda tenha algum volume não contratado para 2015, o déficit hidrológico esperado para este ano é o maior vento contrário para o lucro. Uma vez expirada a principal de suas concessões em julho de 2015, a Cesp deve se tornar ainda mais exposta ao déficit hidrológico”, disseram os analistas da corretora.

10h53: Bancos
Uma matéria do Valor aponta que os impostos podem ser aumentados. Destaque para a menção do CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) dos bancos estar praticamente definida de 15% para 17%. Pelos cálculos do Credit Suisse, esse aumento poderia impactar em torno de 2% a 2,5% o lucro líquido do Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 38,27, -1,16%), Bradesco (BBDC3, R$ 29,31, -1,71%; BBDC4, R$ 31,77, -1,58%) e Banco do Brasil (BBAS3, R$ 26,24, +0,08%) nos próximos dois anos.  

10h51: Cemig (CMIG4, R$ 15,86, +1,34%)
O grupo mineiro de energia elétrica teve lucro líquido de R$ 1,485 bilhão no primeiro trimestre, alta de 18,8% ante o mesmo período do ano passado. A empresa teve geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 2,579 bilhões, 22,3% acima do obtido um ano antes. A receita líquida da empresa foi de R$ 5,849 bilhões no primeiro trimestre, alta de 24,2% em relação ao mesmo período do ano passado. 

Segundo a Planner Corretora, a empresa reportou um bom resultado, com incremento importante em todas as principais linhas de resultado, apesar das perdas com déficit de geração hídrica de 20% no trimestre, com impacto direto nas geradoras. Os analistas comentaram ainda que, a empresa, como tinha energia descontada, foi beneficiada, comercializando essa energia no mercado à vista. Já a Citi Corretora comentou que o resultado veio acima por conta de um evento não recorrente e não caixa, além da estratégia de vendas. Para a corretora, o principal catalisador de curto prazo para as ações da empresa são as discussões na Justiça sobre as plantas de Jaguara e São Simão, duas das três concessões com renovação recusada em 2012, mas que as operações foram mantidas após liminares.

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10h47: Lupatech (LUPA3, R$ 0,04, -20,00%) 
A Lupatech informou na sexta-feira que encerrou o primeiro trimestre com receita líquida de vendas de R$ 83,2 milhões, queda de 18% na comparação com 2014. O prejuízo líquido, por sua vez, reduziu de R$ 94,995 milhões para R$ 78,775 milhões nos primeiros três meses de 2015. 

Além disso, os acionistas da companhia aprovaram, em assembleia extraordinária, a realização do grupamento da totalidade das ações da empresa na proporção de 500 para 1 ação ordinária. Os papéis ficam “ex-grupamento” dia 17 de junho. 

Ação que caiu quase 100% nos últimos anos deve fazer grupamento para sair dos centavos

10h36: Eletrobras (ELET3, R$ 7,27, +0,69%; ELET6, R$ 9,89, +2,38%)
O grupo de energia elétrica Eletrobras teve lucro líquido de R$ 1,113 bilhão no primeiro trimestre, ante resultado positivo de R$ 1,041 bilhão no mesmo período do ano passado. A empresa teve geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 1,381 bilhão, ante R$ 1,685 bilhão ano antes. 

Para a Planner Corretora, o resultado foi acima do esperado, impactado pelo comportamento do dólar e seu reflexo nos ativos dolarizados da companhia, somado a antecipação de receita (que se desconsiderada o lucro teria vindo em linha com igual trimestre do ano anterior). 

10h33: Alupar (ALUP11, R$ 17,85, +3,18%)
A Alupar, companhia de geração e transmissão de energia elétrica, registrou um lucro líquido praticamente estável no primeiro trimestre, com leve alta de 1,6% na comparação com 2014, para R$ 102,3 milhões. A receita cresceu 4,1% no mesmo período, para R$ 377,4 milhões. 

10h26: Forjas Taurus (FJTA4, R$ 2,13, +3,40%)
A Forjas Taurus mais do que dobrou o prejuízo líquido do primeiro trimestre, para R$ 149,9 milhões. O resultado da companhia foi prejudicado, principalmente, por custos e despesas não recorrentes de R$ 74,1 milhões, que incluem o custo de acordo em processo movido contra a empresa na Flórida, rescisões trabalhistas, assessorias e consultorias. Despesas financeiras de R$ 68,3 milhões também pesaram a linha final do balanço. 

10h13: ex-HRT (HRTP3, R$ 5,20, +7,22%)
A brasileira PetroRio, ex-HRT, anunciou nesta segunda-feira que fechou acordo para a venda de fatia detida em blocos na Bacia do Solimões para a sócia russa Rosneft, por US$ 55 milhões, marcando o fim de sua campanha exploratória na Amazônia. 

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