Petrobras sobe 3%, Renner dispara 7% após balanço e Eneva desaba 36%

Acompanhe aqui a atualização dos principais destaques da Bolsa nesta sexta-feira

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11h30: TIM (TIMP3, R$ 12,37, +0,57%)
A companhia encerrou 2014 com lucro líquido de R$ 1,5 bilhão, crescimento de 2,7% na comparação com o ano anterior, enquanto o Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 5,5 bilhões, alta de 6,4% na mesma base de comparação. Em teleconferência, o presidente da companhia, Rodrigo Abreu, disse que a TIM está estrategicamente bem posicionada para crescer. Após o balanço, o Banco Espírito Santo reiterou recomendação de compra para o papel, convencido de que o racional e as motivações para alguma forma de consolidação estão bem fortes.

11h23: HRT (HRTP3, R$ 5,43, +10,82%)
As ações da PetroRio – antiga HRT – sobem forte após a companhia anunciar via fato relevante que o preço pago pela compra dos campos Bijupirá e Salema – ambos pertencentes à Shell – foi US$ 150 milhões. Desse montante, 20% já foram pagos e os 80% restantes deverão ser pagos no dia do fechamento da transação e devem ser financiados por uma linha de crédito oferecida pela Glencore.

11h17: Eneva (ENEV3, R$ 0,27, -35,71%)
A Eneva, antiga MPX Energia, fundada por Eike Batista e controlada atualmente por ele e pela alemã E.ON, apresentou na quinta-feira plano de recuperação judicial na 4ª Vara Empresarial da Comarca do Rio de Janeiro. Segundo o documento, para conseguir se recuperar e se manter sustentável, a empresa projeta uma redução global de 40% a 65% do valor total da dívida, de R$ 2,33 bilhões, por meio de capitalização de créditos ou concessão de perdão da dívida. 

11h15: Petrobras (PETR3, R$ 9,63, +2,77%; PETR4, R$ 9,81, +3,26%)
As ações da Petrobras seguem em alta hoje depois de ter subido 5% na véspera. A empresa confirmou ontem, por meio de comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) ontem, que está revisando seu planejamento financeiro e que será necessário reduzir investimentos diante do cenário de queda dos preços do petróleo e seu atual nível de endividamento. Ajuda o movimento de alta também a disparada dos preços do petróleo no mercado internacional. O petróleo Brent, negociado em Londres, era cotado acima de US$ 60, no maior patamar deste ano. 

10h46: ALL (ALLL3, R$ 5,41, -2,70%) e Cosan Logística (RLOG3, R$ 3,24, -2,41%)
Depois de dispararem mais de 50% em seis pregões, os papéis da ALL e Cosan Logística dão uma trégua ao movimento altista nesta sessão. Na quarta-feira, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou a fusão entre a ALL e Rumo Logística, controlada pela Cosan (CSAN3). Ontem, quatro grandes bancos – Brasil Plural, Bradesco BBI, Itaú BBA e BTG Pactual – deram recomendação de compra para os papéis da ALL nesta quinta-feira, indo em linha com o sentimento gerado no mercado com o anúncio. As ações da companhia dispararam 13,8% na véspera, mas acumulam ganhos 40% desde o dia 4 de fevereiro com a expectativa da decisão, que põe fim a uma série de incertezas regulatórias que o processo de fusão causava entre investidores.  

Aprovada fusão com Rumo, 4 grandes bancos dão “compra” para ALL

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10h40: Pão de Açúcar (PCAR4, R$ 91,90, +0,82%)
O Pão de Açúcar reportou um lucro líquido de R$ 919 milhões no quarto trimestre do ano passado, valor 21,3% maior que um ano antes, quando ficou em R$ 758 milhões. Já no acumulado do ano, a companhia teve lucro de R$ 2,08 bilhões, contra R$ 1,74 bilhão de 2013, ou seja, uma alta de 20,1%. Para a Votorantim Corretora, a principal preocupação sobre a companhia é sua recuperação na receita líquida e se poderá manter um balanço saudável entre desconto e qualidade. 

Quem é melhor: Carrefour ou Pão de Açúcar? Analistas vão às compras para descobrir

10h33: Lojas Renner (LREN3, R$ 77,05, +7,01%)
As ações da Lojas Renner disparam após balanço do quarto trimestre. Ela informou que fechou 2014 com ganho de 19,4% na receita líquida, para R$ 5,2 bilhões. Com resultados fortes, a companhia planeja reforçar aportes em lojas e na gestão. Em 2015, a empresa prevê investir R$ 550 milhões, 10% mais do que em 2014. Após o balanço, o UBS elevou a recomendação da varejista de underperfom (desempenho abaixo da média) para neutra. Já o Bradesco BBI comentou que a companhia está ganhando mercado por meio de forte expansão enquanto outros players (especialmente os pequenos) estão céticos sobre o ambiente macro e pouco dispostos a investir confiantes em novas coleções.

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10h29: Vale (VALE3, R$ 22,07, +2,27%; VALE5, R$ 18,97, +2,10%)
As ações da Vale sobem pela terceira sessão consecutiva, acumulando no mês valorização de 14,5%. Acompanham o movimento as ações da Bradespar (BRAP4, R$ 13,55, +1,96%), holding que detém participação na mineradora.   

10h19: Usiminas (USIM3, R$ 20,80, -3,66%; USIM5, R$ 3,56, -2,73%)
A Usiminas acaba de anunciar o cancelamento da divulgação do resultado do 4º trimestre, que era previsto para sair nesta manhã antes da abertura do pregão. O conselho de administração não aprovou o relatório de resultados e também a proposta de distribuição de dividendos, informa a companhia em comunicado enviado ao mercado. A notícia tem um impacto negativo sobre tudo nas ações preferenciais da Usiminas (USIM5), que possuem prioridade no recebimento de dividendos. Vale lembrar que na sessão anterior as ações PNA da empresa já haviam caído 7,5%, enquanto os papéis ordinários (USIM3) subiram 13,63%.

10h17: Tractebel (TBLE3, R$ 31,35, +0,97%)
As ações da Tractebel abriram com leve queda mas logo viraram para alta nesta sexta-feira. A companhia adiou a divulgação do resultado de 2014 para 30 de março. O motivo para o adiamento foi justificado por ela fazer uma melhor avaliação dos efeitos da falta de água no setor elétrico durante este período de falta de chuva, o que acaba impedindo a empresa de tomar a decisão correta sobre a distribuição dos lucros de 2014. Ela informou os números não-auditados, trazendo um Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 2,9 bilhões em 2014.

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10h13: Educacionais
O Ministério da Educação informou ontem que vai reabrir o cadastramento do Fies (programa de financiamento estudantil) para novos alunos. O sistema estava fechado para contratos novos desde 1° janeiro. Os estudantes terão de 23 de fevereiro a 30 de abril para se inscrever. Estima-se que aproximadamente 250 mil calouros solicitem o financiamento. O ministro da Educação, Cid Gomes, também comunicou um reajuste de até 6,4% nas matriculas do Fies, a ser aplicado no aditamento do primeiro semestre. Na quarta-feira, o ministro havia dito que os cursos com reajuste acima de 4,5% estavam sendo colocados à parte antes de terem os contratos renovados. Ontem, as ações de empresas do setor dispararam na Bolsa e seguem o desempenho hoje: Kroton (KROT3, R$ 11,11, +1,09%), Estácio (ESTC3, R$ 18,28, +3,28%), Ser Educacional (SEER3, R$ 13,76, +4,64%) e Anima (ANIM3, R$ 19,32, +2,49%).