Petrobras, PRIO e PetroRecôncavo lideram ganhos do Ibovespa com alta do petróleo

A Petrobras registrava a alta mais expressiva, com a PETR3 subindo 2,07%

Felipe Moreira

Ativos mencionados na matéria

Visão geral da refinaria PCK, unidade de processamento de petróleo que abastece o mercado com gasolina, querosene de aviação, diesel e óleo combustível, vista por uma janela com pingos de chuva em Schwedt/Oder, na Alemanha, em 31 de março de 2026. REUTERS/Lisi Niesner
Visão geral da refinaria PCK, unidade de processamento de petróleo que abastece o mercado com gasolina, querosene de aviação, diesel e óleo combustível, vista por uma janela com pingos de chuva em Schwedt/Oder, na Alemanha, em 31 de março de 2026. REUTERS/Lisi Niesner

Publicidade

As ações das petroleiras avançavam com força na sessão desta quinta-feira (23), seguindo a forte valorização do petróleo no mercado internacional. A valorização da commodity ocorre após relatos de ataques a petroleiros da Arábia Saudita.

A Petrobras registrava a alta mais expressiva, com a PETR3 subindo 2,07% (R$ 48,89), enquanto PETR4 avançava 1,81% (R$ 43,35), logo atrás aparecia PRIO (PRIO3), com alta de 1,76% (R$ 60,82).

A PetroRecôncavo (RECV3) registrava uma alta mais moderada, de 1,48%, a R$ 10,96. A Brava Energia (BRAV3), por sua vez, operava estável, cotada R$ 20,37.

Os preços do petróleo sobem forte nesta quinta após relatos de ataques a navios-tanque ao largo da costa da Arábia Saudita e a renovação das ameaças dos EUA de intensificar ataques contra o Irã.

Às 10h15 (horário de Brasília), os contratos futuros de petróleo Brent subiram 6,4% e ultrapassaram a marca de US$ 100 por barril pela primeira vez desde 26 de maio. Já os contratos futuros de petróleo West Texas Intermediate (WTI) dos EUA avançavam cerca de 5%, para US$ 91,08 por barril, o maior valor desde 8 de junho.

A alta dos preços nesta quinta-feira colocou os contratos futuros de petróleo Brent a caminho de um ganho mensal de 35,3% — o terceiro maior salto mensal nos últimos 10 anos. Os contratos futuros de WTI também caminhavam para a terceira maior alta mensal em uma década, com um aumento mensal de cerca de 30%.