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Petrobras prepara novo corte em plano, HSBC-Bradesco “complexo” e mais 15 notícias no radar

Gol apresentou resultados de tráfego, Hypermarcas vende negócio de preservativos por R$ 675 milhões e OPA da DASA no radar

SÃO PAULO – Enquanto o noticiário político começa bastante movimentado nesta segunda-feira (1), as notícias corporativas seguem no radar. 

Segundo o jornal O Globo, a Petrobras prepara novo corte no Plano de Negócios. No novo Plano de Negócios para o período de 2016 a 2020, em elaboração, a estatal prepara um pacote de investimentos em torno dos US$ 93 bilhões, afirmou uma fonte a par das negociações ao jornal, o que representaria queda de 5% em relação à última versão do plano (2015-2019), de US$ 98,4 bilhões.

Bradesco
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) declarou como complexo o ato de concentração gerado pela compra do HSBC Brasil pelo Bradesco (BBDC4), apontando a necessidade de se analisar “de forma cuidadosa” eventual tendência de aumento de preços para os consumidores por conta do negócio.

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O órgão de defesa da concorrência disse que é necessário realizar novas diligências para aprofundar a análise do caso. Além disso, disse ser precido dar aos bancos a possibilidade de apresentar as eficiências decorrentes da união, que poderiam contrabalançar a concentração de mercado por ela gerada.

“A instrução realizada até o momento pela Superintendência-Geral apontou que a operação eleva o nível de concentração bancária, gerando a necessidade de se analisar, de forma cuidadosa, a eventual propensão a aumentos de preços para os consumidores na oferta de produtos e serviços financeiros e não financeiros”, afirma nota técnica do Cade. Foi solicitada a departamento do Cade a elaboração de estudo quantitativo sobre os impactos concorrenciais da operação, enquanto os bancos e concorrentes deverão apresentar mais informações sobre o negócio e o mercado.

A compra do HSBC Brasil pelo Bradesco foi aprovada no início do mês pelo Banco Central. O negócio foi anunciado em agosto do ano passado por US$ 5,2 bilhões.

 

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GOL
Destaque hoje para uma notícia que pode mexer com as ações da Gol (GOLL4). Segundo o Valor Econômico de hoje, o governo estuda a possibilidade de autorizar grupos estrangeiros a controlar até 100% do capital de empresas aéreas no Brasil. Hoje, a participação está limitada a 20%. A ideia é propor ao Congresso projeto de lei que dê à Presidência o poder de conceder essa autorização de acordo com o interesse nacional e quando houver reciprocidade dos países de origem das companhias interessadas. A medida vai além da proposta que tramita no Congresso para ampliar de 20% para 49% a participação de estrangeiros. 

Hoje, a GOL apresentou seus resultado de tráfego do quarto trimestre, com redução de 3% da sua oferta doméstica em dezembro e de 4% no quarto trimestre, permanecendo estável em 2015.

A demanda doméstica recuou 6% em dezembro e 8% no quarto trimestre, levando a taxa de ocupação para 78,0% e 76,0%, respectivamente. Em 2015 frente a 2014, a demanda foi superior em 1%, com a taxa de ocupação registrando 78,0%, representando um aumento de 0,2 ponto percentual. 

Arteris (ARTR3)
A ANTT aprovou revisões e reajuste para o contrato de Concessão da BR-101/RJ, trecho Divisa RJ/ES – Ponte Presidente Costa e Silva, explorado pela concessionária Autopista Fluminense, da Arteris, segundo resolução publicada no Diário Oficial.

A tarifa básica de pedágio reajustada, após arredondamento, passa de R$ 3,80 para R$ 4,50 nas praças de pedágio P1, em Campos dos Goytacazes, P2, em Conceição de Macabu, P3, em Casimiro de Abreu, P4, em Rio Bonito, e P5, em São Gonçalo. As novas tarifas entram em vigor em 2 de fevereiro de 2016.

BM&FBovespa (BVMF3) e Cetip (CTIP3)
A BM&FBovespa estuda elevar a parte a ser paga em dinheiro pelas ações da Cetip, diz O Estado de S. Paulo, citando fontes não identificadas. O objetivo é evitar a diluição dos acionistas com a emissão de mais ações. Em novembro de 2015, a BM&FBovespa ofereceu R$ 39,00 por ação da Cetip e a companhia afirmou que o preço subavalia seus negócios.

CSN (CSNA3)
 A agência de classificação de risco Standard & Poors rebaixou nesta sexta-feira o rating em escala global da Companhia Siderúrgica Nacional para “B+”, ante “BB-“, por condições mais fracas do mercado, e manteve a perspectiva negativa para a nota da empresa.

“A produtora de aço brasileira CSN enfrenta um contínuo enfraquecimento da demanda doméstica e forte competição no mercado externo, o que, combinado a uma alta carga de dívida, afeta sua geração de fluxo de caixa”, disse a S&P em comunicado.

Usiminas
A Usiminas (USIM5) foi cortada de B+ para CCC+ pela S&P e rebaixada de B+ para B- pela Fitch Ratings.

DASA
A Dasa (DASA3) é alvo de OPA (Oferta Pública de Aquição) de ações ordinárias para saída do Novo Mercado, às 15:00 (horário de Brasília) desta segunda-feira. 

Brasil Pharma (BPHA3)
O preço da ação na oferta de aumento de capital da companhia será de R$
3,78. O aumento de capital se dará no montante de R$ 400 milhões, mediante a emissão de 1,84 milhão de papéis, segundo comunicado ao mercado. 

Energias do Brasil
A Energias do Brasil (ENBR3) comunicou a conclusão da venda da Pantanal Energética por R$ 390 milhões, sendo R$ 355 milhões pagos na última sexta-feira. Os R$ 35 milhões remanescentes serão pagos após o cumprimento de obrigações fundiárias, com prazo até julho de 2017. Com a conclusão da transação, a Companhia reduziu 51,1 MW em sua capacidade instalada, que passa para 2.652,8 MW, consolidando o seu posicionamento estratégico como um operador hidrotérmico. 

Hypermarcas (HYPE3)
A Hypermarcas vendeu o negócio de preservativos para a Reckitt Benckiser no valor total de R$ 675 milhões, sendo que 20% será pago na data da celebração do contrato, a título de sinal, enquanto os 80% serão pagos no fechamento da operação, que está sujeito a algumas condições.

Segundo comunicado da empresa divulgado na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), o segmento de preservativos gerou uma receita líquida de R$ 100,2 milhões em 2014, ou aproximadamente 2,1% da receita líquida da companhia no período. O Negócio de Preservativos inclui marcas como Jontex, Olla e Lovetex.

O Santander destacou que, embora o negócio fosse parte dos planos
futuros da companhia, “vemos positivamente este desinvestimento dado o múltiplo atraente da transação”. O banco afirma que o “acordo reforça nossa visão construtiva sobre HYPE3 e esperamos reação positiva”. Os analistas do BTG Pactual também corroboram a visão positiva para a companhia, destacando o processo de desalavancagem, potencial reclassificação agora que a companhia está focada no segmento farmacêutico e a probabilidade de venda de mais ativos; o BTG segue com recomendação de compra para os ativos.

Itaú Unibanco (ITUB4)
O Itaú Unibanco venderá portfólio de R$ 2,2 bilhões em operações de crédito de empresas que estavam inadimplentes a um fundo especializado na compra desse tipo de ativos, segundo o Valor Econômico.

A carteira tem cerca de 2 mil empresas devedoras e conta com operações que não são pagas há quase quatro anos. Segundo o jornal, a venda foi fechada poucos dias antes de o Itaú assumir o compromisso de comprar a fatia do BTG Pactual na Recovery, empresa especializada justamente em recuperar empréstimos dados como perdidos pelos bancos. 

IMC (MEAL3)
A IMC concluiu a venda de ativos no México para Taco e Distribuidora TH.

Magazine Luiza
O novo CEO (Chief Executive Officer) do Magazine Luiza (MGLU3), Frederico Trajano, afirmou em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que não esperava uma desaceleração tão brusca em 2015 e que 2016 vai ser tão difícil quanto. 

Ele diz estar preparado para atravessar as turbulências. Para enfrentar esse período, a varejista, cujas ações custam hoje pouco mais de 10% do que valiam em sua abertura de capital, em 2011, passa por um processo de reestruturação desde o ano passado.

Santos Brasil
A Santos Brasil (SBTP11) informou que a Cox Gestão de Recursos passou a ter 10,01% das ações PNs da companhia.

Educação
Segundo o Valor Econômico, o Ministério da Educação estima abrir 60 mil novas vagas de Fies no segundo semestre deste ano e voltará a pagar às instituições de ensino 100% das mensalidades a partir deste mês, disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em entrevista ao Valor. Em novembro e dezembro, o governo quitou só 60% do total devido do Fies. Hoje, o MEC publica no Diário Oficial a revogação da portaria que permite pagamento parcial.

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