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A fabricante de papel e celulose Klabin comunicou que emitirá US$ 200 milhões (R$ 812 milhões) em notes nos Estados Unidos. A empresa brasileira fará a emissão através de sua subsidiária na Áustria e pagará um yield (retorno) de 6,10% ao ano para os compradores dos papéis. Já a Petrobras iniciou a etapa de venda (teaser) dos polos de Golfinho e Camarupim, que ficam em águas profundas na Bacia do Espírito Santo.
Klabin (KLBN11)
A Klabin informou ontem ao mercado que emitirá US$ 200 milhões (R$ 812 milhões) em notes, que serão distribuídos nos Estados Unidos. A emissão dos papéis será feita pela subsidiária da produtora de papéis e celulose na Áustria, a Klabin Austria GmbH, e a empresa pagará um yield de 6,10% ao ano. Os papéis poderão ser adquiridos apenas por cidadãos norte-americanos ou de qualquer nacionalidade residentes nos Estados Unidos. “Os recursos captados com a emissão das notes serão destinados ao financiamento ou refinanciamento, no todo ou em parte, de custos e investimentos em ‘green projects’ elegíveis”, informou a empresa. As notes vencem em 3 de abril de 2049.
Minerva (BEEF3)
O frigorífico Minerva Foods aprovou a emissão de uma oferta pública primária e secundária de 95 milhões de ações ordinárias, que serão vendidas na B3 e na NYSE. O valor da venda é estimado em R$ 1,36 bilhão.
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A empresa comunicou que a venda será coordenada pelo banco BTG Pactual e terá como coordenadores da oferta os bancos e corretoras JP Morgan, Bradesco BBI, Itaú BBA, BB – Banco de Investimento. A
Minerva também informou que a venda de ADS será efetuada nos Estados Unidos, por braços internacionais dos mesmos bancos e corretoras. No Brasil, o processo de bookbuilding e apresentação a potenciais investidores começa hoje e o encerramento da oferta prioritária será no dia 22 deste mês.
Em outro comunicado, a Minerva Foods confirmou que o governo da Arábia Saudita habilitou dois frigoríficos seus a exportarem carne bovina. As duas plantas ficam no Paraguai, em Belén e Assunción.
Vale (VALE3)
A Vale suspendeu operação da Mina Esperança, em Brumadinho, segundo informações do Valor. A mina, que era da Ferrous, comprada pela Vale
em agosto, foi suspensa por falta de estabilidade da pilha de estéril e rejeito, segundo aponta a publicação.
A unidade, que produz cerca de 1 mi tonelada/ano está parada desde novembro, segundo o jornal. A Vale disse ao Valor que obras para elevação da segurança da pilha estão em andamento e que decidiu paralisar as operações da pilha de estéril e rejeito da Mina Esperança logo após assumir o
controle do grupo Ferrous.
A circulação de empregados na unidade foi reduzida e está restrita àqueles envolvidos nestas obras. A Vale prevê que obras terminem no segundo semestre de 2020 e que funcionários retornem à mina somente em dezembro deste ano, aponta a publicação.
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Petrobras (PETR3; PETR4)
A Petrobras deu início à divulgação de oportunidade (teaser) para a venda da totalidade da sua participação em dois polos de campos na Bacia do Espírito Santo. Os dois polos, Golfinho e Camarupim, ficam em águas profundas do pós-sal. O polo de Golfinho tem dois campos, o de Golfinho, produtor de petróleo, e o de Canapu, produtor de gás. Já o Polo Camarupim tem dois campos, Camarupim e Camarupim Norte, produtores de gás não associado. Segundo a Petrobras as ofertas podem ser feitas por polo, separadamente, ou em única oferta para os dois polos.
Ainda em destaque, a Petrobras divulgou uma nota na CVM na manhã de hoje afirmando que “não são verídicas” as informações sobre a venda da participação da empresa na BR Distribuidora, através de uma oferta subsequente de ações em fevereiro. A Petrobras afirma que “já iniciou estudos para a venda da sua participação na BR, entretanto, ainda não há deliberação sobre a quantidade da participação a ser negociada, da estrutura ideal da transação ou mesmo acerca da sua efetiva realização”.
Light (LIGT3)
A Light, distribuidora de energia elétrica no Rio de Janeiro, comunicou ontem ao mercado que o BNDES vendeu todas as 19,1 milhões de ações ordinárias que possuía na empresa, deixando ser um acionista. Segundo a Light, a venda foi efetuada pelo BNDESPAR, entre 26 de dezembro do ano passado e 15 de janeiro deste ano.
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B3 (B3SA3) e CPFL (CPFE3)
O Itaú BBA inseriu as ações da B3 em sua carteira estratégica de ações e retirou os papéis da CPFL Energia.
“Este movimento reduz nosso peso em empresas domésticas, enquanto aumenta o peso das financeiras. Nosso portfólio é composto por dez nomes, cada um com 10% de peso, distribuído como segue: 50% empresas locais, 20% commodities e 30% empresas financeiras”, detalhou a BBA. “Estamos realizando lucros com a CPFE3, após uma apreciação de 12,9%, enquanto o avanço do Ibovespa foi de 12,5% no período”, informou. Sobre B3, “acreditamos que a empresa terá um forte cenário em 2020”, destacou.
Triunfo (TPIS3)
A Triunfo, concessionária de rodovias e aeroportos no Brasil, divulgou ontem alguns dados preliminares do quarto trimestre e do ano de 2019. Segundo a empresa, no ano passado trafegaram 143 milhões de veículos pagantes por suas quatro rodovias, uma expansão de 2,3% sobre os 139 milhões de veículos que circularam nas quatro rodovias em 2018. Já em relação ao Aeroporto de Viracopos (SP), o fluxo de passageiros aumentou, mas o de cargas diminuiu em 2019. Segundo a Triunfo, houve expansão de 14,7% no número de passageiros em Viracopos, de 9,2c milhões para 10,5 milhões no ano passado. Já a quantidade de cargas caiu 8,2%, de 241,3 mil toneladas em 2018 para 221,5 mil toneladas no ano passado.
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Eletrobras (ELET3;ELET6)
A Eletrobras convocou assembleia em 17 de fevereiro para deliberar sobre aumento de capital de R$ 7,75 bilhões. O aumento de capital será mediante emissão de 201,79 milhões de ações ordinárias e 14,5 mil novas ações preferenciais classe B.
Copel (CPLE6)
A Copel teve a recomendação reduzida para manutenção pelo HSBC, com preço-alvo de R$ 71.
IRB (IRBR3)
De acordo com coluna do Broad, do Estadão, os fundos de pensão como Petros, da Petrobras, Funcef, da Caixa Econômica Federal, e Previ, do Banco do Brasil, vão assumir em breve a participação direta de 3% no ressegurador IRB Brasil Re. Com o movimento, cerca de R$ 1 bilhão em ações da companhia vão passar para as mãos dos fundos.
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Esperada para acontecer no primeiro trimestre, depois de ter sido aprovada no fim de 2019, a mudança vai ocorrer porque o instrumento pelo qual as fundações tinham acesso ao IRB será encerrado. Trata-se do FIP Caixa Barcelona, administrado pela Caixa. O fundo foi criado em 2012 para comprar ações do IRB. Como o ressegurador se tornou uma empresa de capital aberto, não fazia sentido mantê-lo com custos de administração e gestão, sendo que cada fundação poderia cuidar sua própria participação. Nesse sentido, foi aprovada a liquidação do FIP Caixa Barcelona e a transferência dos papéis para cada um dos donos.
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