Petrobras (PETR4) vai ao Cade para renegociar acordo sobre vendas de refinarias, Yduqs (YDUQ3) define data para pagar JCP e mais

Confira os principais destaques do noticiário corporativo desta quarta-feira (29)

Felipe Moreira

Sede da Petrobras (foto: Getty Images)

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O radar corporativo desta quarta-feira (29) traz a Petrobras (PETR4), que requereu ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) a renegociação dos Termos de Compromisso de Cessação (TCCs) do Refino e do Gás celebrados em junho e julho de 2019.

A Yduqs (YDUQ3) informou que será realizado em 5 de dezembro de 2023 o pagamento à vista dos dividendos no valor de R$ 80 milhões.

Já Orbis comunicou que sua participação acionária relevante atingiu aproximadamente 10,00% do total de ações ordinárias emitidas pela Companhia.

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A ISA Cteep (TRPL4) iniciou operação comercial integral da IE Itaúnas.

A Vibra (VBBR3) disse que relação de troca proposta pela Eneva (ENEV3) para fusão é “injustificável”, mas deixa porta aberta para negociações.

Confira mais destaques:

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Petrobras (PETR4PETR3)

A Petrobras protocolou junto ao órgão antitruste Cade pedidos de renegociação de termos assinados entre ambas as partes durante o governo de Jair Bolsonaro que determinavam a venda pela empresa de ativos de refino de petróleo e de transporte e distribuição de gás natural.

Nos pedidos de renegociação enviados na última sexta-feira e anexados ao processo, a petroleira reiterou que seu novo Plano Estratégico 2024-2028, publicado na última semana, o primeiro sob o atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva, prevê amplos investimentos nesses ativos.

A Petrobras disse ainda ao Cade que o objetivo é “atuar de forma competitiva e segura, maximizar a captura de valor pela adequação e aprimoramento do nosso parque industrial e da cadeia de abastecimento e logística”, além de buscar a autossuficiência em derivados, com integração vertical.

A nova gestão da Petrobras vem reiterando ser contrária a venda de ativos conforme as administrações anteriores vinham fazendo, enquanto focavam na exploração e produção de petróleo em áreas de alta rentabilidade.

Tais termos haviam sido assinados em meados de 2019 e faziam parte de uma ampla iniciativa do governo federal à época para reduzir a participação da Petrobras no setor de óleo e gás, abrindo caminho para novas companhias, com a perspectiva de mais investimentos.

Nos acordos, a petroleira havia se comprometido com um cronograma para se desfazer de todas as suas refinarias de petróleo fora dos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, além de seus ativos de transporte e distribuição de gás natural.

No caso das refinarias, a Petrobras vendeu apenas as unidades Rlam, Reman, SIX e Lubnor.

Mas no caso da Lubnor, a petroleira rescindiu o acerto de venda na véspera alegando ausência de cumprimento de condições precedentes no prazo definido, o que a compradora nega.

Yduqs (YDUQ3)

A Yduqs (YDUQ3) informou que será realizado em 5 de dezembro de 2023 o pagamento à vista dos dividendos relativos ao exercício social em curso, que tiveram sua distribuição antecipada aprovada na reunião do Conselho de Administração da Companhia de 9 de agosto de 2023.

O montante total a ser pago será de R$ 80 milhões, equivalente a aproximadamente R$ 0,274930192 por ação ordinária de emissão da Companhia.

Farão jus aos dividendos os acionistas que eram titulares de ações ordinárias da Companhia na data-base de 18 de agosto de 2023, inclusive. A partir de 21 de agosto de 2023, inclusive, as ações da Companhia foram negociadas ex-dividendos.

Assaí (ASAI3)

A Orbis Investment Management Limited e entidades afiliadas informaram que sua participação acionária relevante atingiu aproximadamente 10,00% do total de ações ordinárias emitidas pela Companhia.

Infracommerce CXaaS (IFCM3)

A Infracommerce CXaaS (IFCM3) anunciou o resultado da Black Friday 2023, o maior evento do varejo online brasileiro.

No período entre os dias 23 a 26 de novembro de 2023, a companhia apresentou um crescimento de 37% no GMV (volume bruto de mercadorias) Brasil em comparação ao período equivalente do ano anterior.

Banco Pine (PINE4)

A S&P Global Ratings, atribuiu o rating de crédito de emissor de longo prazo ‘brA-‘ na Escala Nacional Brasil ao Banco Pine. Segundo a agência classificadora de risco, a avaliação baseia-se na visão de que o Banco Pine tem tido sucesso na implementação de sua estratégia.

A retomada de resultados positivos, com lucros crescentes originados, em grande parte, da expansão no segmento de varejo colateralizado, além de outras linhas de negócios já existentes, como operações estruturadas, tesouraria e mesa de clientes, contribuiu para a atribuição do rating.

De acordo com Noberto Nogueira Pinheiro Jr., Diretor executivo e Relações com Investidores do Banco Pine, a elevação é resultado de um contínuo foco no crescimento sustentável e diversificado, seja no âmbito de geração de receitas quanto na criação de novas linhas de negócio, somados à estratégia de eficiência operacional e excelência na alocação de capital que o Banco vem apresentando.

Even (EVEN3)

O conselho de administração da Even (EVEN3) aprovou a 16ª emissão de debêntures, totalizando R$ 200 milhões, observando o montante mínimo de R$ 150 milhões de integralização. Serão emitidas 200.000 debêntures, pelo valor nominal unitário de R$ 1.000,00, o qual não será atualizado monetariamente.

As debêntures terão prazo de vencimento de cinco anos, contados da data de emissão. Sobre o saldo do Valor Nominal Unitário incidirão juros remuneratórios correspondentes 100%da variação acumulada da Taxa DI, acrescidos de uma sobretaxa de 2,55% ao ano pro rata temporis.

Log Commercial Properties (LOGG3)

O acionista Rubens Menin Teixeira alienou 825.537 ações emitidas pela Log Commercial Properties (LOGG3) e diretamente passou a deter 4,83% das ações da companhia.

A informação foi divulgada na noite de terça-feira.

A participação societária consolidada de Rubens Menin Teixeira, direta e indireta na companhia, permanece inalterada, representando 36,04%, sendo também exercida por meio dos veículos de investimento Challenger Fundo de Investimento em Ações e da Conedi Participações, cujos únicos investidores são RMTS e seus sucessores.

Vibra (VBBR3)

O Conselho de Administração da Vibra (VBBR3) rejeitou proposta não solicitada para combinação de negócios apresentada pela Eneva (ENEV3) à companhia no último domingo (26), pois acredita que a relação de troca indicada é injustificável.

Segundo fato relevante, os termos de troca propostos para a combinação pretendida pela Eneva não possuem qualquer atratividade para os acionistas da Vibra.

A proposta recusada pela Vibra contemplava a incorporação de ações da sociedade Eneva pela distribuidora ou outra estrutura a ser estabelecida de comum acordo pelas companhias, de forma que o conjunto de acionistas de cada companhia, ao término do processo, passe a deter 50% do total das ações da companhia combinada.

ISA CTEEP (TRPL4)

A ISA CTEEP (TRPL4) informou a entrada em operação comercial do Compensador Estático da SE João Neiva 2 da IE Itaúnas, subsidiária 100% companhia localizada nos municípios de Itaúnas e Viana, no Espírito Santo.

O empreendimento havia iniciado a operação comercial parcial em março de 2023, conforme comunicado ao mercado divulgado pela companhia na ocasião. Desde então, o empreendimento apresentava 66% da Receita Anual Permitida (RAP) habilitada.

A Isa CTEEP passou a operar integralmente o lote 21 da 2ª etapa do leilão de transmissão 013/2015, realizado em outubro de 2016, ao obter do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), em 27 de novembro de 2023, o Termo de Liberação Provisório (TLP) referente ao Compensador Estático da IE Itaúnas.

(com Reuters)