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12h10: Banco Pine (PINE4, R$ 6,49, +8,17%)
As ações do Banco Pine chegaram a disparar 10,8% nesta sessão em meio a rumores de que o banco estaria negociando a venda de seu controle. Segundo informações do Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, um acordo já estaria sendo costurado com o Original, do grupo J&F. O banco, no entanto, disse no final desta manhã que não há qualquer negociação em curso para alienação do seu controle acionário.
11h10: Petrobras (PETR3, R$ 9,85, -2,47%; PETR4, R$ 10,57, -2,40%)
Depois de abrirem o pregão em alta, as ações da Petrobras perdem força e voltam a cair forte nesta sessão, um dia antes de divulgar seu balanço não auditado do terceiro trimestre e após o GBM (Grupo Bursátil Mercantil) retomar cobertura dos papéis da companhia com recomendação neutra e preço-alvo de R$ 12, afirmando que ainda é muito arriscado comprar os papéis da companhia.
Ainda no radar da estatal aparece a notícia de que o governo prepara uma operação de socorro que pode gerar R$ 7 bilhões ao caixa da companhia. Por meio de uma engenharia financeira, a petroleira poderá vender no mercado, com garantia do Tesouro, títulos lastreados em uma dívida de R$ 9 bilhões que a Eletrobras tem com a empresa, informou hoje a Folha de S. Paulo.
10h46: Eneva (ENEV3, R$ 0,45, -4,26%)
A companhia, controlada pela alemã E.ON, comunicou na terça-feira à noite que entrou com pedido de recuperação judicial na Comarca do Estado do Rio de Janeiro, após não ter conseguido renovar acordo com bancos credores. Ontem, as ações da empresa caíram mais de 30%.
O pedido ocorreu após a não revalidação do acordo para suspender a amortização e o pagamento de juros de operações financeiras contratadas pela companhia com os credores, expirado em 21 de novembro, disse a Eneva nesta terça-feira em fato relevante. Diante disso, a companhia realizou uma teleconferência para
10h42: ALL (ALLL3, R$ 4,91, -2,0%)
As ações da ALL caem hoje após a companhia e a Triunfo (TPIS3, R$ 5,29, +2,52%) decidirem descontinuar o projeto de criação da produtora integrada de minério de ferro Vetria Mineração, desfazendo um plano lançado em 2011 que previa investimento de mais de 11 bilhões de reais. A decisão pelo encerramento ocorreu diante da contínua queda dos preços do minério de ferro nos mercados internacionais.
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Ainda no radar da empresa, a Superintendência-Geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) encerrou na segunda-feira sua análise sobre a fusão entre o grupo de ferrovias ALL e a Rumo, controlada pelo grupo Cosan. Agora, o caso segue para a etapa final: o julgamento no Tribunal do órgão antitruste. Apesar de o fato ter sido visto pelo mercado como positivo em um primeiro momento, por representar mais uma etapa cumprida em direção à operação, o parecer é duro. A Superintendência negou a operação como foi apresentada e defendeu imposição de medidas para o negócio receber a aprovação final. A palavra final, no entanto, é do Tribunal do Cade. Mesmo assim, ao impugnar (se opor) à fusão, a Superintendência indica que não serão aceitas as propostas feitas pelas empresas. E que serão exigidas mais condições no julgamento final que será feito pela Corte. No mercado, também acredita-se ser difícil que o aval final seja completamente diferente do parecer da Superintendência – por exemplo, aprovando a operação conforme foi apresentada -, disse a XP Investimentos.
10h39: Gol (GOLL4, R$ 15,13, +2,65%)
As ações da Gol lideram os ganhos do Ibovespa nesta sessão, ainda beneficiadas pela queda recente dos preços do petróleo. Hoje, os preços da commodity têm leve recuperação mas os preços dos insumos atingiram mínimas em cinco anos nos últimos dias. Desde o dia 18 até hoje, os papéis da companhia já dispararam 22%. Essa é a quarta alta seguida dos papéis na Bolsa.
10h34: Vale (VALE3, R$ 19,70, -1,15%; VALE5, R$ 16,79, -1,12%)
As ações da Vale caem mais de 1% ainda em meio às incertezas sobre a economia chinesa, principal destino das exportações da mineradora. Acompanham o movimento as ações da Bradespar (BRAP4, R$ 12,24, -1,37%), holding que detém participação na Vale. Ontem, o governo disse que a pressão sobre a economia da China é relativamente grande. A economia deve crescer ao ritmo mais lento em quase um quarto de século neste ano, pressionada pelo arrefecimento do mercado imobiliário, pelo investimento mais fraco e pelos altos níveis de dívida.
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10h21: TIM (TIMP3, R$ 12,43, -2,73%)
As ações da TIM caem após disparada de 14% no último pregão em meio à notícia de que a companhia poderia ser vendida para a Oi (OIBR4), Vivo (VIVT4) e Claro em uma operação de US$ 15 bilhões. Nesta manhã, a TIM disse, por meio de fato relevante, desconhecer acordo, negociação ou oferta envolvendo a empresa e as demais companhias mencionadas. Assim como as ações da TIM, os papéis da Oi e Vivo caem 3,42% e 0,29%, R$ 1,13 e R$ 48,15.
Segundo informações da Bloomberg da véspera, a oferta seria apresentada pelo BTG Pactual atuando como comissário mercantil, enquanto a Telefônica, que está sendo assessorada pelo Santander na operação, entraria no negócio somente depois da compra da GVT ser aprovada pelas autoridades brasileiras. A agência de notícia diz que, no negócio, a Oi ficaria com cerca de 25% da Tim, enquanto Claro e Vivo dividiriam o restante.