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A Petrobras (PETR3; PETR4) participará “com certeza” do leilão de reserva de capacidade em elaboração pelo governo federal, no qual buscará recontratar algumas de suas usinas, afirmou a diretora executiva de Transição Energética e Sustentabilidade da companhia, Angélica Laureano, nesta quinta-feira.
A companhia tem 2,9 gigawatts de térmicas descontratadas, reiterou a executiva, ao falar com a imprensa pela primeira vez após tomar posse na diretoria da Petrobras em julho, na vaga antes ocupada por Mauricio Tolmasquim.
O governo cancelou o certame que seria realizado este ano, e uma nova licitação só deverá ocorrer em 2026.
Durante evento no Rio de Janeiro, Laureano afirmou ainda que a Petrobras foi chamada a operar termelétrica Termomacaé por dois dias seguidos devido ao nível mais baixo dos reservatórios hidrelétricos e despachou esta semana 1,3 gigawatts para atender o mercado consumidor de eletricidade.
A executiva disse acreditar que o despacho térmico tende a crescer no Brasil dado o nível dos reservatórios das hidrelétricas.
Laureano afirmou que a Petrobras conta com oferta de gás natural para atender um maior despacho de térmicas no Brasil, seja o insumo produzido no pré-sal ou o gás natural liquefeito importado.
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Questionada durante um evento no Rio de Janeiro sobre os planos da Petrobras para o etanol, a executiva afirmou não saber se um acordo para o retorno da empresa ao setor poderá ocorrer ainda neste ano.
Ela mencionou ainda que há um projeto piloto no centro de pesquisas da Petrobras (Cenpes) que avalia “etanol de melaço”.
