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Petrobras (PETR3, R$ 9,79, +1,98%; PETR4, R$ 7,74, +2,11%)
Após baixa de mais de 9% na véspera com o preço do petróleo e os rumores sobre o corte dos preços de combustíveis, as ações da petroleira estatal abriram com queda, mas viraram para alta na primeira hora do pregão seguindo o preço do petróleo, que virou para leve alta. Na máxima do dia, os papéis saltaram 4%, mas amenizam ganhos. Nesta manhã, o brent é negociado com leve alta de 0,27%, a US$ 37,79 o barril.
A Petrobras informou ontem (4), em nota, que “não há previsão, neste momento, de reajuste nos preços de comercialização de gasolina e diesel”. A divulgação da nota ocorreu depois de notícias veiculadas no fim de semana sobre um possível anúncio da estatal de reduzir os preços da gasolina e do diesel. No texto, a estatal diz que “avalia permanentemente a competitividade de suas práticas e condições comerciais”.
Destaque ainda para a notícia de que a produção total de petróleo e gás natural no Brasil no mês de fevereiro totalizou 2,950 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d), informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A produção total de petróleo em fevereiro foi de aproximadamente 2,335 milhões de barris por dia (bbl/d), queda de 0,8% em relação ao mês anterior. Na comparação com fevereiro de 2015, houve recuo de 4,0%. A Haitong comentou a produção em relatório, destacando que “começa a ficar preocupada sobre a produção futura”. O banco possui recomendação de venda para a Petrobras.
Vale (VALE3, R$ 15,19, +2,70%; VALE5, R$ 11,64, +2,92%)
As ações da Vale viram para alta, com a Bovespa amenizando a queda registrada mais cedo. Com o movimento, as ações da Vale se distanciam do minério de ferro, que registrou leve queda de 0,1%, a US$ 54,75, no porto de Quingdao, na China.
Em destaque, a mineradora informou a venda de sua participação total de 26,87% na CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico) para Thyssenkrupp como parte de sua iniciativa de simplificação de seu portfólio de ativos. “A participação da Vale está sendo vendida por um preço simbólico”, diz a nota divulgada pela mineradora.
Bancos
O dia é, novamente, de queda para as ações de bancos, mas menor em relação à baixa de mais de 3% da véspera. O Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 29,93, -1,25%), o Banco do Brasil (BBAS3, R$ 18,26, -2,09%) e o Bradesco (BBDC4, R$ 26,16, -1,54%) caem até 1,5%. As ações do setor acompanham o cenário internacional e ficam de olho na política, com o cenário para o impeachment da presidente Dilma Rousseff, que vinha animando o mercado, ficando mais incerto.
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Papel e Celulose
As ações do setor de papel e celulose Fibria (FIBR3, R$ 29,84, -4,73%), Suzano (SUZB5, R$ 11,65, -4,51%) e Klabin (KLBN11, R$ 18,39, -2,44%) lideram as perdas do Ibovespa nesta manhã, apesar da alta do dólar frente ao real. Enquanto o dólar futuro subia mais de 1%, esses papéis recuavam cerca de 4% nesta sessão. A queda acompanha os preços do papel e celulose, que seguem pressionados lá fora. Segundo dados da consultoria finlandesa Foex, os preços para fibra curta caíram tanto na Europa quanto na China, confirmando o que muitos agentes já esperavam, que há potencial de queda no curto prazo para os preços. Uma visão reforçada hoje pelos analistas do BTG Pactual.
Login (LOGN3, R$ 1,09, +13,54%)
A Log-In sobe forte após a companhia realizar acordo com Mercosul Line, do grupo Maersk, para operação compartilhada de longo prazo denominado Vessel Sharing Agreement (VSA), no Serviço Atlântico Sul (SAS). De acordo com a companhia, o VSA contará com quatro navios em operação, sendo três da Log-In e um da Mercosul Line.
O SAS faz a ligação entre os portos do Mercosul e as regiões Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil, com viagem completa de 28 dias e frequência semanal. O novo modelo permitirá à Log-In oferecer ao mercado maior flexibilidade operacional e otimização de custos no trade, acrescentou a empresa. O novo VSA atingirá a regularidade neste mês de abril.
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CVC (CVCB3, R$ 16,60, -2,35%)
A CVC vê suas ações caírem mais de 2% nesta sessão após a divulgação do resultado operacional referente ao primeiro trimestre. As reservas confirmadas somaram R$ 1,29 bilhão no primeiro trimestre de 2016, alta de 1,7% na comparação anual. Os números de reservas confirmadas excluem Rextur Advance e Subamrino Viagens, segundo comunicado.
A queda da confiança do consumidor, desvalorização do real e promoções de última hora “fizeram com que os consumidores continuassem adquirindo os seus pacotes mais próximos da data da viagem no primeiro trimestre, ainda que esse comportamento continua sendo menos pronunciado que o observado nos trimestres anteriores”.
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