Petrobras e Vale disparam após pesquisa; BM&FBovespa afunda com corte do BTG

Confira a atualização dos principais destaques de ações da Bovespa nesta terça-feira

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11h30: Siderúrgicas 
As ações das siderúrgicas operam em direções opostas nesta sessão apesar dos dados ruins do setor. Segundo informações da Inda (Instituto Nacional de Distribuidores de Aço), as vendas de aço em junho foram as piores desde 2009. O próprio presidente do instituto, Carlos Loureiro, fez o alerta: “estamos caindo e não sabemos quando vamos levantar”. Para ele, vai ser muito difícil não ter um segundo semestre pior do que em 2009. 

Na Bolsa, as ações da Usiminas (USIM5, R$ 3,95, 0,0%) operam estáveis, CSN (CSNA3, R$ 4,27, -1,39%) cai, enquanto Gerdau (GGBR4, R$ 6,21, +1,64%) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 4,09, +1,49%) registram alta. Vale lembrar que essas duas caem mais forte do que Usiminas e CSN nos últimos dias em meio ao anúncio mal recebido pelo mercado da reestruturação da Gerdau. 

11h20: Vale (VALE3, R$ 17,98, +3,70%; VALE5, R$ 14,83, +2,84%)
As ações da Vale sobem forte em meio à euforia que tomou conta do mercado nesta manhã. Acompanham o movimento as ações da Bradespar (BRAP4, R$ 9,91, +2,27%), holding que detém forte participação na mineradora.  

11h15: Petrobras (PETR3, R$ 12,35, +4,13%; PETR4, R$ 11,17, +3,52%)
O mercado entrou em euforia após pesquisa sobre avaliação do governo mostrar uma queda da avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff (PT), que foi de 10,8% para 7,7%. Diante da reação, as ações da Petrobras, que oscilavam entre poucas altas e perdas, passaram a subir forte nesta manhã, figurando entre as maiores altas do Ibovespa neste momento. 

11h10: BM&FBovespa (BVMF3, R$ 11,13, -3,22%)
A BM&FBovespa acentuam as perdas após ter sua recomendação rebaixada de compra para neutra pelo analista Eduardo Rosman, do BTG Pactual. O preço-alvo para 12 meses é de R$ 13,00 por ação (upside de 13% em relação ao último fechamento). 

10h20: Papel e celulose
As ações do setor de papel e celulose sobem hoje após mau humor dos últimos dias em meio à pressão de compradores chineses para que fornecedores reduzissem os preços de celulose. Depois de cair por oito pregões em nove até a última sexta-feira, os papéis da Suzano sobem pelo segundo dia. No mês, os papéis da companhia caem 10,8%. Acompanham o movimento hoje as demais ações do setor Klabin (KLBN11, R$ 20,07, +1,72%) e Fibria (FIBR3, R$ 41,20, +1,65%), apesar da queda do dólar frente ao real nesta sessão. Esses papéis são beneficiados por um dólar mais forte já que suas receitas são atreladas à moeda americana.   

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10h12: Banco do Brasil (BBAS3, R$ 21,82, -0,95%)
O Banco do Brasil, que sempre foi negociado com desconto em relação aos seus pares brasileiros, se tornou agora o banco mais barato do mundo após o Fundo Soberano começar a vender suas ações. O BB é negociado a 5,13 vezes o lucro previsto para os próximos 12 meses – a menor relação entre os 100 principais bancos do mundo por valor de mercado. Segundo dados da Bloomberg, a média desse grupo é de 11,4 vezes. 

O Fundo Soberano começou a vender ações do BB no mês passado como parte da estratégia de se preparar para usar os recursos no ajuste fiscal do governo. Em junho, ele teria vendido 1 milhão de papéis do banco, segundo dados compilados pela Bloomberg.

10h04: Even (EVEN3, R$ 3,12, -1,27%)
Dando continuidade à divulgação das construtoras de suas prévias do segundo trimestre, a Even comunicou que suas vendas contratadas no período somaram R$ 262 milhões, contra R$ 378 milhões no mesmo trimestre de 2014. Para o BTG Pactual, os investidores já anteciparam os dados operacionais fracos da companhia. “No geral, permanecemos cautelosos sobre o setor, devido a um cenário desafiador para vendas de habitação (fraca demanda e menor disponibilidade de crédito)”, disseram os analistas. 

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10h03: Braskem (BRKM5, R$ 12,33, +0,57%) 
A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, propôs à Petrobras uma nova fórmula para calcular o preço da nafta que varia conforme as cotações de petróleo, segundo informou o Valor. Pela proposta, o valor pago não teria uma referência fixa, mas acompanharia diretamente as oscilações do petróleo. Hoje, o preço é vinculado à referência ARA (Amsterdã, Roterdã e Antuérpia), que é uma das mais caras do mundo, em um intervalo de 92,5% a 102% dessa cotação.

Segundo o analista independente, Flávio Conde, do blog What’s Call, isso tendo a ser negativo para a ação porque o repasse a clientes tende a ser parcial caso ocorra excesso de oferta de petroquímicos no mercado mundial como já aconteceu recentemente.