Petrobras e Vale despencam e renovam mínimas da década; veja mais destaques

Confira aqui a atualização dos principais destaques da Bolsa nesta terça-feira

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11h47: ALL (ALLL3, R$ 5,20, +2,56%) e Cosan Logística (RLOG3, R$ 2,78, +2,96%)
As ações da ALL e Rumo Logística, do grupo Cosan (CSAN3), aparecem entre as maiores altas do Ibovespa após notícia sobre a fusão das companhias. Essa é a primeira alta dos papéis da ALL após seis pregões seguidos de queda, quando acumularam desvalorização de 18%, assim como os papéis da Cosan Logística, que registravam desvalorização de 22% do dia 28 de novembro até ontem.

Hoje, a Superintendência do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) recomendou “impugnação” da fusão entre ALL e Rumo Logística, conforme despacho publicado no Diário Oficial da União. Agora, o processo será encaminhado para o Tribunal do Cade, que dará a decisão final sobre a operação, podendo acatar ou não a sugestão da Superintendência. A operação consiste na incorporação das ações da ALL pela Rumo, o que resultará em uma nova companhia. Com a conclusão da operação, serão atribuídas aos atuais acionistas da ALL ações representativas de 63,5% do capital da nova empresa, permanecendo os atuais acionistas (Cosan, TPG e Gávea) com um total de 36,5% do capital da nova companhia.

10h38: Eletrobras (ELET3, R$ 5,62, -0,88%; ELET6, R$ 6,69, -1,04%)
A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) negou pedido da Eletrobras por revisão extraordinária da tarifa de repasse de potência de Itaipu, referente ao custo de energia produzida pela usina, ainda em 2014, em reunião da diretoria da agência na terça-feira. 

Para 2015, a agência aprovou um aumento de 46,14% na tarifa, em comparação à praticada em 2014, a US$ 38,07 por quilowatt por mês. As novas tarifas deve ser aplicadas a partir de primeiro de janeiro de 2015.

10h30: Bradesco (BBDC3, R$ 34,85, +0,29%; BBDC4, R$ 36,21, +1,77%)
As ações do Bradesco destoam do movimento negativo do dia e operam em valorização. Ontem, o banco informou que distribuirá R$ 2,61 bilhões em dividendos complementares, sendo R$ 0,590325 por ação ordinária, e R$ 0,649358 por ação preferencial. 

10h26: Rossi (RSID3, R$ 2,65, -3,99%)
As ações da Rossi voltam a aparecer entre as maiores quedas do Ibovespa nesta sessão. Essa é a terceira queda consecutiva do papel. Desde o dia 21 de novembro, os papéis da construtora já desabaram cerca de 40%. Com essa queda, as ações da companhia renovam mínima desde fevereiro de 2003.  

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10h21: Vale (VALE3, R$ 20,48, -3,31%; VALE5, R$ 17,47, -3,27%)
As ações da Vale caem forte novamente com notícias negativas vindas da China, principal destino de suas exportações. O gigante asiático anunciou medida de restrição nas operações de crédito de curto prazo. Com essa queda, as ações da companhia batem seu menor patamar desde 2009. Na mesma toada, os papéis da Bradespar (BRAP4, R$ 13,00, -2,18%), holding que detém participação na Vale, operam no negativo hoje. 

Ainda sobre a mineradora, a Vale fechou um acordo para a Mitsui investir US$ 763 milhões e integrar os projetos de Moatize e Nacala. A companhia detalhou que após a conclusão da transação, que envolverá aumento de capital e transferência parcial da dívida contraída por Moatize e pelo CLN junto à Vale, a Vale passará a deter indiretamente 81% da mina de Moatize e aproximadamente 35% do CLN, compartilhando o controle com a Mitsui.

10h11: Petrobras (PETR3, R$ 10,97, -4,78%; PETR4, R$ 10,26, -4,38%)  
As ações da Petrobras têm mais um dia de forte queda nesta terça-feira após desabar 6% na véspera em meio à uma série de notícias negativas, entre processo contra a estatal nos Estados Unidos e desvalorização do preço do petróleo, que bateu ontem a mínima em cinco anos. Com a queda, os papéis da companhia renovam o menor patamar desde 2005. Essa é a décima queda dos papéis da estatal em doze sessões.