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11h51: Oi (OIBR4, R$ 2,20, +12,82%)
O grupo de investidores russos Letter One, liderado por Mikhail Fridman, enviou à Oi (OIBR4) proposta para fazer aporte de até US$ 4 bilhões na Oi, sob a condição da companhia brasileira de telecomunicações promover consolidação de negócios com a TIM (TIMP3) Participações, segundo comunicado enviado ao mercado nesta segunda-feira.
11h48: Vale (VALE3, R$ 18,23, -1,99%; VALE5, R$ 14,68, -2,00%)
As ações da Vale operam entre as maiores quedas do Ibovespa, em meio à desvalorizaçao do preço do minério de ferro. A commodity caiu 2,5% no porto de Qingdao, a US$ 46,50 a tonelada, segundo dados da Steel Index. Acompanhavam a movimentação os papéis da Bradespar (BRAP4, R$ 8,37, -2,11%).
11h45: Petrobras (PETR3, R$ 9,59, -1,03%; PETR4, R$ 7,92, -0,88%)
As ações da Petrobras passaram a cair, com os preços do petróleo virando para queda no mercado internacional. O petróleo brent, que operava em alta nesta manhã, registrava baixa de 0,63%, a US$ 47,66.
A oscilação da commodity ofuscava o noticiário positiva da estatal. A companhia aprovou na sexta-feira a venda de 49% da subsidiária Gaspetro por R$ 1,9 bilhão para a Mitsui Gás e Energia do Brasil, subsidiária integral da japonesa Mitsui, com fechamento do negócio previsto para dezembro de 2015, segundo fato relevante.
Segundo o Credit Suisse, o negócio é marginalmente positivo para a companhia, mas representa apenas uma pequena fatia do plano de desinvestimentos da empresa para 2015 e 2015, que totaliza R$ 15,1 bilhões.
Ainda sobre a empresa, há mais duas notícias no radar. Segundo fonte da Reuters, na reunião do conselho de sexta-feira da estatal foi apresentado aos membros do colegiado uma lista de empresas interessadas em adquirir a BR Distribuidora, dentre chinesas, companhias do setor de petróleo e da área financeira. “Tem muitas empresas interessadas, a lista é surpreendente”, afirmou a fonte à agência, na condição de anonimato. A informação vem em linha com o comunicado da empresa na noite de sexta-feira, apontando que seu conselho aprovou o adiamento por prazo indeterminado o IPO da BR Distribuidora, enquanto autorizou a busca de parceiro estratégico para a empresa.
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Finalizando a bateria de notícias, por conta da queda do preço do petróleo, a companhia está renegociando contratos com fornecedores para valores menores pelo afretamento de sondas e plataformas, que são os principais equipamentos usados na exploração e produção do petróleo, segundo Agência Estado. A queda no preço da commodity leva junto a rentabilidade da companhia em suas reservas do pré-sal. Para que o pré-sal valha à pena agora, o barril do petróleo deve ser vendido a pelo menos US$ 45 no mercado internacional – número divulgado pela estatal no plano de negócios para os próximos cinco anos. Hoje, a cotação está a apenas US$ 3 dessa marca.
10h40: Iochpe-Maxion (MYPK3, R$ 15,92, +0,82%)
O BTG Pactual reiterou recomendação de compra para as ações da Iochpe-Maxion, depois de evento com o CEO da empresa na semana passada. A expectativa é de estabilidade de produção no Brasil em 2016, contra 2015, enquanto as iniciativas implementadas para corte de custos no País começarão a ser colhidas à medida que a empresa tiver uma estabilização, trazendo melhoria de margens.
Os executivos falaram em crescimento de 2 pontos percentuais de margem nos próximos dois anos. Além disso, os analistas do BTG destacaram que a companhia sinalizou que segue focada em uma emissão de bonds internacional para reduzir o custo da dívida e está avaliando o melhor momento para fazê-la.
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10h36: Klabin (KLBN11, R$ 22,61, -0,18%)
A fabricante de papel para embalagens Klabin teve prejuízo líquido de R$ 1,341 bilhão no terceiro trimestre, em um resultado já dentro do esperado por analistas e impactado por efeitos cambiais na dívida em moeda estrangeira.
A companhia apurou uma geração de caixa medida pelo Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 520 milhões, em termos ajustados. O montante representa avanço de 15% sobre o desempenho do Ebitda ajustado um ano antes e também veio dentro da média de previsões de analistas.
10h34: Braskem (BRKM5, R$ 20,80, +0,78%)
A novela que se tornou as negociações entre Petrobras e Braskem para a assinatura de um novo acordo de longo prazo de fornecimento de nafta está próxima de seu capítulo final. Pressionadas pelo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, as duas companhias devem anunciar a formalização do novo contrato na próxima semana, encerrando um impasse que se arrasta desde 2013. O acordo deve ter dez anos de validade e estaria sujeito a fórmulas de repactuações futuras, segundo apurou a reportagem do Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.
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10h19: Eztec (EZTC3, R$ 12,59, -3,15%)
A Eztec anunciou na noite de sexta-feira que suas vendas contratadas somaram R$ 38,3 milhões no terceiro trimestre, queda de 81% em relação ao mesmo período do ano passado. A Eztec informou que não realizou nenhum lançamento entre julho e setembro e que optou por suspender a fase Noronha do projeto Jardins do Brasil, localizado em Osasco (SP).
Segundo o BTG Pactual, o resultado veio abaixo do esperado, com forte queda nas vendas e VSO (velocidade sobre vendas) de 3% (contra 23,5% no 3° trimestre de 2014), impactado pela queda nos lançamentos e aumento dos distratos. O resultado veio fraco, momento para o setor é de cautela, mas ainda assim o banco reiterou compra das ações, em função de um valuation atrativo e nenhuma alavancagem, o que torna o case da empresa interessante, na opinião dos analistas.
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