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Petrobras é cortada para “junk” pela 3ª vez, BTG confirma venda de carteira e mais 11 no radar

Além disso, o Santander cortou as perspectivas para o setor de educação; aporte bilionário na Ecorodovias e mais notícias movimentam esta sexta-feira

SÃO PAULO – O noticiário político está bastante movimentado, assim como o noticiário econômico. 

E, em destaque, está mais uma vez a Petrobras (PETR3;PETR4). A companhia foi cortada para “junk” pela terceira vez; desta vez, pela Fitch Ratings.  A Petrobras foi cortada de BBB- para BB+, com perspectiva negativa. 

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Vale destacar ainda os desdobramentos da operação de ontem da Polícia Federal, chamada Sangue Negro. A nova operação envolve esquema de corrupção em contratos da Petrobras com a holandesa SBM Offshore e ocorreu um dia após a companhia de plataformas ter sido formalmente convidada pela petroleira a apresentar propostas para o fornecimento de duas unidades.

As duas licitações em andamento têm como objetivo contratar unidades para duas importantes áreas no pré-sal da Bacia de Santos, segundo publicou na quarta-feira a SBM em nota em seu site. Um delas é a área de Libra, onde o governo espera que haja a maior reserva de petróleo do país, e o Campo de Sépia, na região do contrato de Cessão Onerosa firmado com o governo.

A estatal afirmou, ainda, que vem realizando auditorias e apurações internas sobre os contratos com a SBM desde fevereiro de 2014. As conclusões foram enviadas às autoridades, em um total de 26 remessas de documentos sofre o assunto.

Em nota, a SBM afirmou que irá pedir esclarecimentos a autoridades competentes sobre as notícias veiculadas nesta quinta-feira que informam que o CEO Chabas e o conselheiro fiscal Hepkema serão processados pela Justiça brasileira.

Ecorodovias
A Ecorodovias (ECOR3) informou que o Grupo Gavio se tornará co-controlador da empresa por meio de um aporte de capital de R$ 2,224 bilhões, que serão investidos em nova sociedade para a qual será transferida a totalidade da participação da controladora da Ecorodovias, Primav.

A Primav permanecerá titular de 50%  ações ordinárias da nova empresa e o Gruppo Gavio, um dos maiores conglomerados de infraestrutura da Itália, formado por ASTM e SIAS, terá os outros 50 por cento, além de 100% das ações preferenciais.

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BTG Pactual 
O banco BTG Pactual (BBTG11) confirmou que realizou vendas de créditos e títulos de renda fixa para o Itaú BBA, banco de investimento do Itaú Unibanco, no montante de cerca de 900 milhões de reais, segundo comunicado na noite de quinta-feira.

“Em relação aos seus ativos no setor de seguros, o BTG Pactual esclarece que não houve a assinatura de qualquer documento representativo de uma potencial transação envolvendo suas subsidiárias que atuam nesse setor ou demais empresas investidas (Pan Seguros e Ariel Re)”, acrescentou.

O banco ainda informou nesta sexta-feira que está em discussões para a potencial venda de sua participação na empresa de recuperação de crédito Recovery do Brasil Consultoria assim como de um portfólio de “non-performing loans”.

De acordo com comunicado divulgado pelo banco, os ativos que poderão ser alienados correspondem a 0,2 por cento dos ativos do BTG Pactual. “Na presente data, o BTG Pactual não pode confirmar se os potenciais interessados chegarão a um acordo em relação aos termos e condições relacionados à transação”, disse o banco.

Educação
A ação da Anima (ANIM3) foi rebaixada de manutenção para underperform, Estácio (ESTC3), Kroton (KROT3) e Ser (SEER3) são rebaixadas de compra para manutenção pelo Santander.

“Estamos assumindo uma posição mais conservadora para o setor de educação”, segundo relatório de analistas. 

 “Nossa convicção foi diminuída por uma percepção de risco-retorno menos atraente na sequência da apreciação média de 10% desde setembro; a falta de visibilidade sobre o impacto
da deterioração macroeconômica (incluindo a escassez de Fies) sobre os fundamentos do setor, o que aumenta os riscos para os resultados; e o aumento estrutural de alunos de graduação a partir de 2017 em diante, o que poderia mais do que ofuscar a recuperação no número de matrículas (levando à queda de matrículas em 2017).

 Even
Em Assembleia, a Even (EVEN3) aprovou que a companhia tenha dois co-presidentes. A companhia informou que reestruturou os cargos da Diretoria da Companhia, estabelecendo que tais cargos serão ocupados por Dany Muszkat, que ocupará os cargos de Diretor Copresidente e Diretor de Relações com Investidores, João Eduardo de Azevedo Silva, que ocupará os cargos de Diretor Copresidente e Diretor de Incorporação, Daniella Sasson de Figueira, que ocupará o cargo de Diretora Financeira e Silvio Luiz Gava, que ocupará o cargo de Diretor Técnico e de Sustentabilidade.

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Vale
A Vale (VALE3;VALE5) informou que o African Development Bank (AfDB) aprovou seu suporte ao project finance do Corredor Logístico de Nacala. A AfDB, agência multilateral africana, tem a intenção de prover até US$ 300 milhões, participando de um grupo de instituições financeiras que vai emprestar recursos ao projeto. A conclusão das negociações com o AfDB e as outras instituições financeiras é esperada para 2016. 

Pão de Açúcar
O Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar (PCAR4) aprovou em reunião nesta quinta-feira a primeira emissão de notas promissórias comerciais da companhia, no valor de 500 milhões de reais.

A emissão terá vencimento em 180 dias e remuneração do CDI mais 1,49% ao ano. Os recursos serão utilizados para reforço do capital de giro do grupo de varejo.

Multiplus
A ação da Multiplus (MPLU3) foi rebaixada de neutra para underweight pelo JPMorgan. O preço-alvo para doze meses é de R$ 35,00 por ação.

Lojas Renner
A Lojas (LREN3) aprovou plano para recomprar até 1 milhão de ações. As aquisições poderão ser feitas no prazo de até 18 meses, com início em 18 de dezembro e término em 18 de junho de 2017, cabendo a Diretoria definir o melhor momento para as aquisições.

Helbor
Segundo o jornal Valor Econômico, a Helbor (HBOR3) estima lançamentos totais entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão em 2016, ante os quase R$ 500 milhões que terá no consolidado deste ano, incluindo a fatia dos sócios nos empreendimentos. Não se trata de projeção oficial, segundo o diretor comercial, Marcelo Bonanata, e o volume lançado, efetivamente, dependerá do mercado.

(Com Reuters, Agência Estado e Bloomberg)