Petrobras e BRF têm rating elevado; Klabin adquire ativos florestais da Arauco no Paraná por US$ 1,16 bi

Confira os principais destaques do noticiário corporativo desta quinta-feira (21)

Felipe Moreira

Publicidade

O radar corporativo desta quinta-feira (21) traz a compra de ativos florestais da Arauco no Paraná pela Klabin (KLBN11). Além disso, a agência de classificação de risco S&P elevou as nota de crédito de BB- para BB, com perspectiva estável, de BRF (BRFS3) e Petrobras (PETR4).

A Cosan (CSAN3), por sua vez, emitirá R$ 1 bilhão em notas comerciais.

Já a Febasa (FESA4) aprovou desdobramento de ações.

Masterclass

As Ações mais Promissoras da Bolsa

Baixe uma lista de 10 ações de Small Caps que, na opinião dos especialistas, possuem potencial de valorização para os próximos meses e anos, e assista a uma aula gratuita

E-mail inválido!

Ao informar os dados, você concorda com a nossa Política de Privacidade.

A Localiza (RENT3) aprovou JCP de R$ 404,9 milhões e aumento de capital de até R$ 172,1 milhões.

Alupar (ALUP11), Intelbras (INTB3) e mais empresas informaram proventos.

Confira mais destaques:

Continua depois da publicidade

Klabin (KLBN11)

A Klabin (KLBN11) anunciou a aquisição da operação florestal da Arauco no Paraná, pelo montante de US$ 1,160 bilhão.

O investimento compreende a compra de 85 mil hectares de áreas florestais produtivas localizadas majoritariamente no Estado do Paraná e 31,5 milhões de toneladas de madeira em pé (volume esperado), além de máquinas e equipamentos florestais.

Entre os benefícios da aquisição, a empresa destaca a antecipação do atingimento da autossuficiência alvo de 75% de madeira própria no Paraná e a conclusão da expansão de terras na região, o que gera redução relevante de investimentos futuros e ganhos significativos com sinergias operacionais.

Projeções

A Klabin (KLBN11) atualizou suas projeções de investimentos em virtude do Projeto Caetê. Segundo a empresa, os investimentos previstos para o fim deste ano são de R$ 4,5 bilhões e estimativa revisada de R$ 3,3 bilhões para 2024.

Sobre o projeto Caetê, a companhia estima ser capaz de capturar sinergias operacionais que resultem na redução do custo caixa total em cerca de R$ 350 a R$ 400 milhões por ano entre 2025 e 2028.

Petrobras (PETR4)

A Petrobras informou que a agência de classificação de risco S&P elevou sua nota de crédito de BB- para BB, com perspectiva estável, como reflexo da melhora na nota da República Federativa do Brasil.

BRF (BRFS3)

A BRF (BRFS3) teve seu rating de crédito, em escala internacional, atualizado de “BB-” para “BB” pela agência de classificação de riscos Standard & Poor’s. A perspectiva do rating é “estável”.

Segundo comunicado, a referida alteração é consequência, principalmente, de uma revisão da perspectiva do risco soberano do Brasil feita pela mesma agência.

Cosan (CSAN3)

A Cosan (CSAN3) entrou com pedido junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para emitir R$ 1 bilhão em notas comerciais, em um total de 1.000.000 de ativos, em sua 4ª emissão. Serão 550.000 notas da primeira série e 450.000 da segunda. As notas serão comercializadas pelo valor unitário de R$ 1.000,00.

CCR (CCRO3)

A CCR (CCRO3) assinou termo aditivo com o município do Rio de Janeiro para a recomposição do equilíbrio econômico-financeiro do Contrato de Concessão, em razão da operação da extensão da linha do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), no valor de R$ 48,8 milhões.

Equatorial (EQTL3)

A Equatorial informou que foi concluída a execução do Programa de Alienação de Ações aprovado pelo Conselho de Administração da Companhia em 10 de agosto de
2023.

A Companhia detinha 28.870.100 ações em tesouraria, adquiridas no âmbito da Recompra aprovada em dezembro de 2020. Estas ações foram alienadas, na sua totalidade, ao longo dos últimos meses, em operações a mercado, a partir da aprovação do Programa.
Com a venda das ações, a Companhia obteve aproximadamente R$ 991 milhões em recursos, correspondente a um preço médio de R$ 34,33/ação. Este resultado se traduz em um expressivo retorno superior a 54% sobre o custo de aquisição, o que equivale um retorno anualizado, líquido de impostos, superior a 16% a.a. no período.

Wilson Sons (PORT3)

A Wilson Sons (PORT3) aprovou um plano de retenção e não competição de profissionais-chave da companhia, em um plano de retenção de talentos, com o objetivo não só de proteção, mas também de maximização de valor para a empresa.

Os efeitos estarão condicionados a uma eventual operação que venha a ser realizada em decorrência da análise estratégica que está sendo conduzida por seu acionista controlador indireto, a Ocean Wilsons Holdings Limited, conforme os Fatos Relevantes divulgados em 12 de julho de 2023 e 14 de novembro de 2023, bem como a suspensão do Plano de Incentivo de Longo Prazo aprovado na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 24 de abril.

Marisa (AMAR3)

A Marisa (AMAR3) divulgou a data de pagamento da totalidade de recursos obtidos no leilão de frações de ações realizado no dia 18 de dezembro de 2023 na B3, resultantes do grupamento das ações da empresa.

Nesse leilão, foram alienadas 10.645 frações de ações ordinárias ao preço de R$ 3,45769346384 por ação ordinária, apurando-se o valor líquido total de R$ 36.808,53. Tais valores, líquidos de taxas aplicáveis, serão disponibilizados em 26 de dezembro aos acionistas que fariam jus às frações de ações.

Ferbasa (FESA4)

A Ferbasa (FESA3; FESA4) informa que foi aprovada, em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da companhia, o desdobramento da totalidade das 88.320.000 ações, sem valor nominal, sendo 29.440.000 ordinárias e 58.880.000 ações preferenciais, na proporção de 1 ação para 4 ações da mesma espécie, sem modificação do capital social.

O capital social da companhia permanecerá no montante de R$ 1.470.395.617,65, dividido em 353.280.000 ações. A empresa esclarece que a data da base acionária, referência para o desdobramento das ações, será 23/01/2024, ao final do pregão; ao passo que os papéis passarão a ser negociadas “ex-desdobramento” a partir de 24/01/2024. As ações adicionais, resultantes do desdobramento, serão creditadas em favor dos acionistas em 25/01/2024.

Braskem (BRKM5)

A Fitch reafirmou seu rating de inadimplência de Longo Prazo em Moedas Estrangeira e Local da Braskem Idesa, controlada da Braskem (BRKM5) que opera no México, em B+, mudando sua perspectiva de “em observação negativa” para “negativa.”

“O rating B+ reflete uma perspectiva fraca para o polietileno (PE) e uma trajetória de recuperação do mercado mais lenta do que o esperado. Nos últimos meses, a procura de PE na América do Norte registrou um declínio de 10%”, destacou a Fitch.

Hapvida (HAPV3)

A agência de classificação de risco Fitch afirmou nesta quarta-feira, 20, que o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ da Hapvida (HAPV3) e de sua controlada indireta BCBF Participações.

A agência também afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ da primeira, da segunda, da terceira e da quarta emissões de debêntures quirografárias da Hapvida e da quarta, da quinta e da sexta emissões de debêntures anteriormente pertencentes à BCBF, cedidas à Hapvida.

Celesc (CLSC4)

A Celesc aprovou o orçamento de investimento consolidado da companhia para
2024 no valor de R$ 1,177 bilhão.

Intelbras (INTB3)

A Intelbras (INTB3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 52,5 milhões, correspondente a R$ 0,16025097561 por ação.

Farão jus aos JCP os acionistas titulares de ações de emissão da Intelbras (INTB3) ao final do pregão do dia 26 de dezembro de 2023, sendo que as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 27 de dezembro de 2023.

Os acionistas terão seus créditos a título de pagamento de JCP a partir do dia 15 de março de 2024.

Localiza (RENT3)

A Localiza (RENT3) aprovou nesta quarta-feira (20) o pagamento aos acionistas de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 404,9 milhões. O valor bruto por ação dos proventos a ser pago é equivalente a R$ 0,382860306.

O pagamento ocorrerá no dia 15 de fevereiro de 2024.

O Conselho de Administração da Localiza também aprovou o aumento do capital social de, no mínimo R$ 69,4 milhões e, no máximo, R$172,1 milhões, mediante a emissão de ações ordinárias.

Alupar (ALUP11)

A Alupar (ALUP11) informou que realizará em 04 de janeiro de 2024 o pagamento dos dividendos aprovados, correspondente a R$ 36,6 milhões, que
corresponde a R$0,04 por ação ordinária de emissão da Companhia, R$0,04
(quatro centavos) por ação preferencial de emissão da Companhia, e R$0,12 por Unit

Farão jus ao recebimento dos dividendos os acionistas que encontravam-se inscritos como tal nos registros da Companhia ao final do dia 16 de novembro de 2023.

Bmg (BMGB4)

O Banco Bmg (BMGB4) comunicou que o valor bruto total da declaração e pagamento de Juros sobre o Capital Próprio (JCP), referente ao quarto trimestre de 2023, passou de R$ 195.676.316,99 para R$ 195.679.437,07.

O banco ressalta que não houve alteração no valor bruto e valor líquido a ser pago por ação, permanecendo o equivalente a R$ 0,33560 e R$ 0,28526, respectivamente, por ação ordinária e preferencial.

O pagamento aos acionistas será efetuado no dia 15 de fevereiro de 2024, tendo como base de cálculo a posição acionária final registrada no dia 21 de dezembro de 2023. Dessa forma, a partir de 22 de dezembro de 2023, inclusive, as ações do Banco passarão a ser negociadas “ex-direito”.

Eucatex (EUCA3)

O Conselho de Administração da Eucatex (EUCA4) aprovou a declaração de juros sobre o capital próprio, no valor de R$ 0,24560884 por ação ordinária e no valor de R$
0,270169293 por ação preferencial, tomando como base de cálculo a
posição acionária final do dia 26 de dezembro de 2023.

As ações passarão a ser negociadas “ex juros sobre capital próprio” a partir do dia 27 de dezembro e os valores serão pagos até o dia 31 de dezembro de 2024.