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SÃO PAULO – A Petrobras (PETR3; PETR4) informou que não recebeu notificação judicial sobre suposto crime ambiental envolvendo derramamento de óleo da Reduc (Refinaria Duque de Caxias), no Rio de Janeiro, e contaminação do rio Iguaçu, da Baía de Guanabara e de manguezais.
Em email enviado à Reuters nesta terça-feira (25), a estatal disse que respeita e atende os requisitos da legislação ambiental brasileira e internacional.
“Na Refinaria Duque de Caxias, todos os efluentes são tratados. O descarte respeita a legislação brasileira”, informou a empresa.
O MPF (Ministério Público Federal) divulgou na segunda-feira que denunciou a Petrobras e funcionários da companhia por crime ambiental. A estatal não se manifestou na segunda-feira.
Segundo o MPF, a poluição teria sido causada pelo depósito irregular de efluentes contendo óleos, graxas, fósforo, fenóis, sólidos sedimentáveis e nitrogênio amoniacal acima dos limites permitidos.
Em 9 de junho de 2011, o Inea (Instituto Estadual do Ambiente) autuou a Petrobras por poluir o rio Iguaçu e o manguezal que cerca o rio com derramamento de óleo, segundo o comunicado do MPF.