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Petrobras dispara 5% e bancos caem pelo 4° dia com risco de aumento da CSLL

Confira a atualização dos principais destaques da Bovespa nesta quinta-feira

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11h35: Vale e siderúrgicas
As ações da Vale e siderúrgicas aparecem entre as maiores altas do Ibovespa hoje depois de seguidos dias de fortes quedas. Os papéis sobem junto com o minério de ferro. Os preços da commodity à vista negociado na China do porto de Qingdao avançam 1,37%, a US$ 57,91. 

Na Bolsa, as ações da Vale (VALE3, R$ 20,07, +1,11%; VALE5, R$ 16,79, +1,33%) avançam após cair por seis pregões seguidos, assim como as siderúrgicas Usiminas (USIM5, R$ 5,46, +1,87%) e CSN (CSNA3, R$ 7,40, +0,27%). Acompanham o movimento as ações da Bradespar (BRAP4, R$ 10,85, +0,46%), holding que detém participação na Vale. 

11h32: Petrobras (PETR3, R$ 14,36, +4,82%; PETR4, R$ 13,34, +3,49%)
A Petrobras sobe após cair por três dias seguidos. A companhia informou ontem que assinou um contrato de financiamento de US$ 1,5 bilhão com o Banco de Desenvolvimento da China, como parte do acordo de cooperação. Segundo a Planner Corretora, esse financiamento, mais a possível emissão de debêntures, são notícias positivas para a empresa, mostrando a sua reinserção no mercado de crédito, depois de todas as turbulências passadas nos últimos meses com a dificuldade na divulgação do balanço e o rebaixamento de sua nota de crédito. 

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Além disso, a Petrobras, para reforçar a credibilidade junto aos investidores, assumirá formalmente o compromisso de praticar preços de mercado na venda de combustíveis em seu novo plano de negócios. O plano deve ser divulgado na primeira quinzena de junho, de acordo com informações da Folha de S. Paulo.

Ainda no radar, a Petrobras pode ser obrigada a republicar o balanço do primeiro trimestre de 2015, se ficar comprovado que a companhia lançou no resultado valores de operações que aconteceram depois de março, indicou nesta quarta-feira o presidente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Leonardo Pereira.  

10h56: Equatorial (EQTL3, R$ 33,93, +0,09%)
O BTG Pactual elevou hoje o preço-alvo das ações da companhia, de R$ 34,00 para R$ 38,00. Em relatório de hoje, a equipe de analistas do banco, chefiada por Antônio Junqueira, comentam que a revisão inclui a avaliação positiva para a proposta do regulador para reajuste da Celpa, que atende consumidores do Estado do Pará e faz parte do grupo Equatorial, para o 4° ciclo de revisão tarifária (embora ainda preliminar). Na semana passada, a Aneel sugeriu aumento de 7,53% nas tarifas da elétrica a partir de 7 de agosto. A proposta da Aneel ficará aberta em audiência pública de 14 de maio até 12 de junho. 

10h40: Bancos  
As ações dos grandes bancos listadas na Bolsa caem pelo quarto dia diante do risco de aumento de impostos: Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 35,95, -1,51%), Bradesco (BBDC3, R$ 28,37, -1,49%; BBDC4, R$ 29,80, -1,49%) e Banco do Brasil (BBAS3, R$ 24,64, -1,56%). Segundo matéria do Estadão, a alíquota de CSLL (Contribuição Social do Lucro Líquido) pode subir até 20% contra os atuais 15%. O mercado trabalhava anteriormente aumento da taxa para 17%. Em conversas de Joaquim Levy com deputados, o PSD se ofereceu para apresentar projeto aumentando a alíquita para 20%. 

Aliado a isso, o governo estudo por fim ao juros sobre capital próprio, que resultaria em um ganho de até R$ 15 bilhões. Também foi sinalizado pelo ministro Joaquim Levy a taxação da LCA e LCI para que esses títulos deixassem de ter vantagens tributária em relação aos demais instrumentos de renda fixa. A CSLL poderia ser cobrada já neste ano, enquanto as outras mudanças ficariam para 2016.

10h30: TIM (TIMP3, R$ 9,31, -0,53%) 
A TIM teve sua recomendação elevada hoje pelo UBS para compra. O preço-alvo é de R$ 12,00 por ação.  

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10h27: Indústrias Romi (ROMI3, R$ 2,90, +7,41%)
As ações da small cap Indústrias Romi voltam a subir forte hoje depois de dispararem 13,45% ontem, mas ter atingido na máxima do dia alta de 36%, sem motivo aparente. Segundo o analista Mário Bernardes Júnior, do BB Investimentos, não houve nenhum motivo no fundamento que justificasse esse movimento. A disparada foi uma surpresa até para a própria diretoria, que afirmou não ter nenhum fato relevante que possa servir como pano de fundo para essa alta. A única coisa que deu para identificar é que esse movimento anormal foi oriundo de corretoras de varejo, comentou. 

10h10: Embraer (EMBR3, R$ 24,08, +1,35%) 
A companhia aérea Azul e a Embraer assinaram um acordo final para a encomenda firme de 30 jatos do modelo E195-E2, confirmando carta de intenções anunciada em julho do ano passado, disseram em comunicados nesta quinta-feira. O acordo envolve ainda direitos de compra para 20 jatos adicionais do mesmo modelo. Caso os direitos sejam exercidos, o contrato pode chegar ao valor estimado de US$ 3,2 bilhões, pelo preço de lista.