Petrobras conclui acordo de individualização em Sururu e Berbigão na Bacia de Santos

Os campos, em produção desde 2019 por meio do FPSO P-68, têm capacidade de até 150 mil barris de óleo por dia

Felipe Moreira

Ativos mencionados na matéria

Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro
22/02/2021
REUTERS/Ricardo Moraes
Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro 22/02/2021 REUTERS/Ricardo Moraes

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A Petrobras (PETR3; PETR4) informou que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou os Acordos de Individualização da Produção (AIP) das jazidas compartilhadas de Sururu e Berbigão, localizadas na Bacia de Santos. Os acordos entraram em vigor em 1º de maio de 2026.

Os campos, em produção desde 2019 por meio do FPSO P-68, têm capacidade de até 150 mil barris de óleo por dia. Os AIPs definem as participações de cada empresa e as regras para exploração conjunta das áreas.

No campo de Sururu, a Petrobras passa a deter 45,39% de participação, seguida por Shell (23,74%), TotalEnergies (21,37%) e Petrogal Brasil (9,50%). Já em Berbigão, a fatia da estatal é maior, de 62,91%, com Shell (16,12%), TotalEnergies (14,51%) e Petrogal (6,45%).

Segundo a companhia, os acordos estabelecem as bases para o desenvolvimento e a produção coordenada de petróleo e gás nas jazidas compartilhadas, trazendo maior segurança jurídica e operacional para os ativos.