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SÃO PAULO – Face a rumores de que o valor do barril de petróleo da cessão onerosa pode ser divulgado a qualquer momento, e só dependeria da aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as ações da Petrobras operaram com forte volatilidade durante boa parte do pregão desta quinta-feira (26). Contudo, na reta final de negócios, os ativos consolidaram uma trajetória negativa.
Dessa forma, as ações ordinárias (PETR3) da companhia fecharam com queda de 2,15%, cotadas na mínima alcançada no dia, de R$ 29,10. Também no menor patamar visto no intraday, os papéis prefenciais (PETR4) terminaram valendo R$ 25,70 – queda de 1,46%. No mesmo sentido, o Ibovespa recuou 1,44%, estacionando em 63.867 pontos.
Vale mencionar que os ativos PETR4 tiveram um volume financeiro de R$ 576,8 milhões, o segundo maior da bolsa brasileira, ficando atrás apenas do total de R$ 644,5 milhões, movimentado pelas ações PNA da Vale (VALE5). Os papéis PETR3 terminaram o dia com giro de R$ 117 milhões.
Reta final
No noticiário do dia, o tema capitalização da Petrobras seguiu em foco, porém, desta vez, rumores sugerem que definições importantes estejam na reta final. De acordo com notícia da Agência Estado, o valor final do preço do barril que será utilizado na cessão onerosa ficou em torno de US$ 8.
Novo contrato
Quando o assunto é Petrobras, outra questão também chamou atenção nesta quinta-feira. A estatal comunicou a assinatura de um contrato com a KL Energy, cujo objetivo é o desenvolvimento de tecnologia para produção de etanol celulósico.
O contrato prevê investimento de US$ 11 milhões da Petrobras, para a adaptação de instalações de demonstração KL Energy Corporation para utilizar bagaço e validar, por meio de testes, o processo para a produção de etanol celulósico.