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SÃO PAULO – Respondendo aos temores de recessão diante dos fracos indicadores sobre a economia norte-americana, o risco-Brasil opera com avanço de 23 pontos nesta quinta-feira (16), cotado a 484 pontos. Pelo lado corporativo, os fracos resultados operacionais de importantes bancos dos EUA, como Citigroup e Merrill Lynch, provocam ainda mais cautela entre os investidores.
A produção industrial norte-americana reportou um recuo de 2,8% em setembro. No mesmo sentido, o nível de atividade industrial no estado da Philadelphia registrou sua maior queda em mais de duas décadas.
Com o clima de tensão instaurado entre os investidores, o preço dos Treasuries segue com avanço, e os títulos da dívida externa brasileira contrariam esse movimento. Como a apreciação dos títulos da dívida externa norte-americana sobrepõe o recuo dos Globais, o risco-Brasil apresenta forte avanço.
Risco-Brasil dispara
O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan opera a 484 pontos-base, alta de 23 pontos em relação ao fechamento anterior.
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, opera em baixa de 2,20% na tarde desta quinta-feira, cotado a 111,00 centavos de dólar.
Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Anterior | Var % |
| Global 40 | 111,00 | 113,50 | -2,20 |