Pesquisa da Forbes traz as residências mais valiosas do mundo

Mercado imobiliário volta a ser pauta e Forbes indica que a propriedade mais cara do mundo vale US$ 165 milhões

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SÃO PAULO – O mercado imobiliário foi assunto durante semanas, com a crise hipotecária nos Estados Unidos. Ele agora volta à tona, por causa da pesquisa da revista Forbes, que reuniu as residências mais valiosas de todos os continentes.

Ocupando o primeiro lugar do levantamento está a mansão do ex-proprietário e magnata da imprensa William Randolph Hearst, aquele mesmo do filme “Cidadão Kane”. Localizada na cidade norte-americana de Beverly Hills, na Califórnia, a propriedade vale impressionantes US$ 165 milhões.

A segunda da lista

Outra propriedade que chama atenção está na Romênia e ocupa a segunda posição da lista. O castelo foi construído em 1212, conhecido por séculos de história como a do príncipe Vlad, inspiração histórica do tradicional personagem Drácula. Seu valor de mercado chega a US$ 140 milhões.

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Características do mercado

Os proprietários das mansões normalmente não precisam do dinheiro e não estão dispostos a discutir muito o preço delas. Muitos deles vendem as casas para compradores pré-selecionados, escondendo o valor da negociação. Assim, não existe possibilidade de calcular o tempo de venda. As propriedades podem ser negociadas em menos de uma semana ou ficar no mercado por muito tempo.

Donald Trump, por exemplo, comprou sua mansão em Palm Beach três anos atrás, por cerca de US$ 40 milhões e, depois de custosa reforma, colocou-a de volta no mercado por US$ 125 milhões, valor que o próprio Trump admite não ser fácil negociar.

Disputa pelas mais valiosas

Quando a lista começou, em 2005, a mansão de Trump em Palm Beach era a única acima de US$ 100 milhões nos Estados Unidos, mas, atualmente, esse número cresceu para três.

A venda de uma propriedade muito bem avaliada, como esse trio mais caro, ocasiona um maior aquecimento do mercado, comparando com as vendas de propriedades com preços considerados médios. As empresas imobiliárias apostam nestas mansões mais valiosas, mesmo que o processo de negociação seja demorado, pela capacidade de inflacionar todas as outras negociações.

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