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SÃO PAULO – Mesmo com a agenda econômica norte-americana fornecendo dados favoráveis sobre o país, o risco-Brasil segue com avanço. O motivo para tal inversão está nas referências negativas da esfera corporativa e também no movimento de ajuste ante aos expressivos recuos verificados na véspera.
Nesta segunda-feira (2), o banco Wachovia anunciou uma reestruturação nos cargos de sua diretoria, na tentativa de prevenir maiores baixas contábeis. No mesmo sentido, a financiadora britânica Bradford & Bringley finalizou os primeiros quatro meses deste ano com um prejuízo de US$ 15,8 milhões.
Por outro lado, o Construction Spending marcou em abril um recuo menor do que o esperado, dando sinais de recuperação no setor imobiliário dos EUA. No mesmo sentido, o ISM Index obteve em maio um resultado superior ao verificado no mês anterior e maior também que o projetado pelos analistas.
Risco-Brasil avança
O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan opera a 186 pontos-base, alta de 7 pontos em relação ao fechamento anterior.
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, opera em baixa de 0,62% na tarde desta segunda-feira, cotado a 136,70 centavos de dólar.
Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Fech. Anterior | Var % |
| Global 40 | 136,70 | 137,55 | -0,62 |