Pedidos de auxílio-desemprego aumentam nos EUA e podem afetar consumo

O Departamento do Trabalho norte-americano divulgou o Initial Claims referente ao período de 17 de novembro a 24 de novembro. O indicador, que mede o número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA, foi de 488 mil na semana, registrando um aumento do total de pedidos, ampliando a noção de condições fracas para o mercado de […]

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O Departamento do Trabalho norte-americano divulgou o Initial Claims referente ao período de 17 de novembro a 24 de novembro. O indicador, que mede o número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA, foi de 488 mil na semana, registrando um aumento do total de pedidos, ampliando a noção de condições fracas para o mercado de trabalho norte-americano. O índice ficou acima dos 430 mil esperados pelo mercado e também foi maior que os 434 mil pedidos revisados, referentes à semana anterior em novembro.

Mesmo com o aumento dos pedidos, a média de quatro semanas caiu para 454 mil, representando uma retração de 2 mil pedidos em relação à média da semana anterior, que foi de 456 mil. Este aumento registrado na última do total de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA preocupa, já que poderá gerar uma nova queda na confiança do consumidor e restringir o consumo das famílias.

As condições deterioradas de trabalho nos EUA têm sido o principal motivo para a queda da confiança dos consumidores no país. Neste sentido, uma redução no consumo poderá postergar ainda mais a recuperação econômica e ampliar o nível de desemprego.

O Initial Claims é um índice importante, pois dá uma boa idéia do nível de atividade econômica. Um aumento do número de pedidos mostra crescimento do desemprego, o que provavelmente indica desaquecimento da economia. Por outro lado, uma queda no número de pedidos reflete diminuição no índice de desemprego e um bom desempenho da economia, o que pode ocasionar pressões inflacionárias.

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