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O ouro avançou e se mantém a caminho do quarto mês consecutivo de ganho, apoiado pela expectativa crescente de um novo corte de juros nos Estados Unidos.
As negociações de futuros e opções na Chicago Mercantile Exchange ficaram suspensas por algumas horas devido a uma falha em um data center. O problema reduziu a liquidez nos mercados de metais preciosos e resultou em sessões voláteis, com spreads entre compra e venda mais amplos que o normal.
O metal estava perto de US$ 4.160 a onça nesta sexta-feira (28), acumulando alta de mais de 2% na semana. Uma série de declarações de autoridades do Federal Reserve e a divulgação de dados econômicos atrasados reforçaram a perspectiva de custos de financiamento menores, fator que costuma favorecer o ouro, já que o ativo não paga juros. Operadores de swap atribuem mais de 80% de probabilidade a um corte de 0,25 ponto percentual em dezembro.
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Emprego no Brasil, pregão mais curto nos EUA, Petrobras e outros destaques desta 6ª
InfoMoney reúne as principais informações que devem movimentar os mercados nesta sexta-feira (28)

Dow Jones Futuro opera em alta após feriado de Ação de Graças
Após feriado de mercado fechado, as negociações serão retomadas hoje, em um pregão encurtado que vai até as 15h (horário de Brasília)
O mercado acompanhará cada sinal possível antes de o banco central americano entrar, a partir de sábado, em um período de silêncio externo. A paralisação recorde do governo atrasou indicadores importantes — e alguns nem serão divulgados —, o que dificulta a avaliação, pelo Fed e pelos investidores, sobre a situação da maior economia do mundo.
O ouro sobe em quase todos os meses deste ano e caminha para seu melhor desempenho anual desde 1979. Compras elevadas de bancos centrais e fluxos robustos de investidores não soberanos para ETFs têm sustentado a escalada, que levou o metal a renovar a máxima histórica acima de US$ 4.380 no mês passado. Investidores aumentaram posições em ativos alternativos em um movimento mais amplo de saída de títulos públicos e moedas.
Neste mês, o metal se mantém acima de US$ 4.000 a onça, após recuar do pico. Nos últimos quatro semanas, os fluxos para ETFs lastreados em ouro ficaram estáveis, segundo cálculos da Bloomberg.
O ouro subia 0,1%, a US$ 4.161,58 a onça, às 8h41 em Londres. O Bloomberg Dollar Spot Index avançava 0,1%. A platina saltava 2%, enquanto o paládio caía 1,5%. A prata avançava até 1,5%, aproximando-se do recorde registrado no mês passado, apoiada pela persistente restrição de oferta.
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