Ouro bate recorde, após EUA mostrar produção abaixo do esperado

Metal precioso chegou a atingir o valor de US$ 1700 a onça, maior cotação desde abril; prata também bateu recorde

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SÃO PAULO – O ouro negociado em Nova York atingiu o valor de US$ 1.700 a onça durante esta terça-feira (4), seu maior patamar desde março, em reflexo à expectativa de maior aprofundamento da crise global. 

No contrato para dezembro, o ouro chegou a bater os US$ 1,701.60 a onça, na Comex. Vale lembrar que na sessão antecedente o mercado estava fechado nos Estados Unidos, por conta do feriado do Dia do Trabalho no país.

O mercado trabalha com a possibilidade de que os bancos centrais precisem atuar com mais estímulos monetários, o que elevará a demanda pelo metal precioso.  O pessimismo ganhou corpo com a divulgação da atividade industrial nos EUA referente a agosto, que veio abaixo do aguardado pelo mercado. As notícias negativas acabam ajudando a aumentar a busca dos investidores por investimentos mais seguros, como é o caso do ouro.

A prata também batia recorde no pregão, e atingiu a cotação de US$ 32,375 a onça, para dezembro, valor mais alto desde abril. 

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