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A Oncoclínicas (ONCO3) informou à CVM que recebeu, em 24 de março, uma proposta não vinculante de financiamento entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões da MAK Capital e da Lumina, estruturada por meio da criação de um FIDC com cessão de R$ 200 milhões em recebíveis. A companhia, no entanto, afirmou que as condições exigidas — como garantias consideradas inviáveis — estão sendo reavaliadas, e que busca alternativas para viabilizar a operação.
Em relação à suposta oferta de cerca de R$ 1 bilhão da Starboard, envolvendo aumento de capital e conversão de dívida, a Oncoclínicas negou ter recebido qualquer proposta, vinculante ou não, ou firmado documentos sobre o tema.
A empresa reiterou que segue avaliando alternativas para sua situação financeira, mas destacou que, até o momento, possui apenas um termo não vinculante firmado com a Porto (PSSA3) e o Fleury (FLRY3), cuja negociação segue em andamento. As tratativas com outros potenciais interessados, como MAK, Lumina e Starboard, estão sujeitas à cláusula de exclusividade com Porto e Fleury até 12 de abril.
Por fim, a companhia afirmou que os temas citados não configuram fato relevante, nos termos da regulamentação da CVM.

