OGX fecha com alta de 10%; no exterior a alta foi de 17,79%

Por que motivo a alta por lá é mais forte por aqui? O dólar, que cai 2,60% frente ao real

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SÃO PAULO – O mercado voltou a tomar risco, com a decisão do Fomc (Federal Open Market Committee) de adiar o processo de retirada de estímulos. Assim, as ações da OGX Petróleo (OGXP3) foram uma das principais beneficiadas, com alta de 10,00%, aos R$ 0,44. Esta foi uma das principais razões para a alta de 2,64%, aos 55.702 pontos, do Ibovespa. 

Já os ADRs (American Depositary Receipts) da OGX negociados em mercados de balcão nos EUA dispararam depois do Fomc: alcançam alta de 17,79%, atingindo os US$ 0,21. Além do Fomc, há uma pressão compradora por uma notícia positiva: a companhia ontem realizou um novo investimento em um campo arrematado no último leilão da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) – que deverá ser, ao menos, 50% vendido para a ExxonMobil. 

Mas por que motivo a alta por lá é mais forte por aqui? O dólar – que despenca 2,60% nesta sessão, por conta do resultado da reunião do Fomc, algo que precisa ser refletido nos preços das ações por lá. Isso se reflete em outros papéis brasileiros negociados lá fora, como o PBR, da Petrobras (PETR3; PETR4), que subiram 4,75%, aos US$ 16,27, enquanto as ações por aqui avançaram 2,00%, aos R$ 18,90.