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SÃO PAULO – Diante da falta de liquidez corrente, a oferta monetária na China, medida pelo M2 (efetivo em circulação, contas correntes e de poupança, ativos quase líquidos), avançou 17,8% no decorrer do último mês, apresentando o ritmo de incremento mais rápido em sete meses, conforme comunicado divulgado pelo People´s Bank of China, banco central do país.
Quanto aos novos empréstimos, estes subiram 62% em relação a novembro, ao atingirem 771,8 bilhões de yuans (cerca de US$ 115 bilhões). Na ponte entre público e privado, o Estado pressionou bancos governamentais para propulsarem a realização de empréstimos para médias e pequenas empresas, o que explica em parte tamanho incremento no período.
Reservas podem ajudar exportadoras
Já as reservas cambiais da China totalizaram US$ 1,946 trilhão no último mês do ano passado, o que equivale a um avanço de 27,3%, quando comparado a dezembro de 2007, e a um crescimento de 3,2%, em relação a novembro último.
Por fim, cabe ressaltar que tal montante poderá auxiliar a autoridade monetária do país no controle do mercado de câmbio, possível arma a ser usada pelo Estado para combater o novo declínio de 2,8% das exportações no último mês – maior desde abril de 1999.