LLX no radar

Obra do porto de Açu, de Eike Batista, é liberada após 252 autos de infração

LLX informou que o MTE expediu nesta data um Termo de Suspensão de Interdição, de modo a normalizar a operação de transporte dos blocos de concreto

Por  Lara Rizério

SÃO PAULO – A LLX Logística (LLXL3) informou nesta terça-feira (28) que o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) expediu nesta data um Termo de Suspensão de Interdição, de modo a normalizar a operação de transporte dos blocos de concreto que serão utilizados na construção do quebra-mar do TX2.

Na última semana, o MTE autuou 25 empresas que prestam serviços para a LLX Logística do Grupo EBX, no Superporto de Açu, no norte do estado do Rio de Janeiro. Foram expedidos 252 autos de infração e uma interdição.

Segundo a companhia, a liberação foi decidida após reunião realizada entre a empresa responsável pela atividade e a equipe do MTE. Durante o encontro, foram apresentados os procedimentos de segurança revisados para a operação.

A equipe também acompanhou o transporte de um dos blocos  – o 4º produzido no empreendimento -, e concluiu que não há risco para a segurança dos trabalhadores. A empresa afirmou ainda que a interdição não interferiu no cronograma de obras do empreendimento, que tem início de operação previsto para este ano. 

A LLX afirmou que “cumpre rigorosamente todas as normas e determinações da legislação brasileira, incluindo as normas de segurança e saúde ocupacional, e exige o mesmo de seus parceiros”. 

A fiscalização do porto teve início no último dia 14 de maio e foram encerrados no dia 23 de maio e envolveu uma força-tarefa em Brasília, Rio de Janeiro e Campos dos Goytacazes. Atualmente, 172 empresas atuam no Superporto, 47 diretamente e 125 indiretamente. 

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