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Em mercados

Primeiro debate eleitoral e 3 eventos que vão definir o rumo do mercado na próxima semana

Tudo que o investidor precisa saber antes de operar na próxima semana

Candidatos eleição
(Reprodução)

SÃO PAULO - O cenário político voltou ao centro das atenções do mercado e agora deve ganhar cada vez mais força. Com "ajuda" de boas notícias para Geraldo Alckmin, o Ibovespa fechou esta semana com ganhos de 1,96%, e para os próximos dias a eleição começa a realmente a ganhar peso com a realização do primeiro debate com os candidatos à presidência.

Na quinta-feira (9) a Band realiza o primeiro debate na televisão. Com cinco blocos, o programa terá início com pergunta dos eleitores, para em seguida eles fazerem perguntas entre si. No segundo e no quarto blocos, os candidatos responderão a perguntas dos jornalistas da casa, que poderão escolher outro candidato para replicar. O perguntado então treplica. No terceiro bloco, eles voltam a fazer perguntas entre si.

Ainda sobre as campanhas, termina neste domingo (5) o prazo para realização das convenções partidárias para lançamento dos nomes de cada sigla. Sobre a maior indefinição, com o PT, deve ser mantido o nome do ex-presidente Lula, que deve lutar até o fim para conseguir ter seu nome na urna em outubro, mesmo preso em Curitiba.

Se mantendo no cenário político, o Congresso retoma semana que vem os trabalhos após o recesso parlamentar. Embora a volta dos deputados e senadores estivesse marcada para o último dia 31, as sessões do Congresso para votar projetos só serão retomadas a partir de segunda-feira (6). Mesmo assim, a tendência é que tanto a Câmara quanto o Senado fiquem esvaziados no segundo semestre.

Agenda de indicadores
Após dias de bastante agitação, a agenda da próxima semana será bem mais tranquila, com dois dados importantes no cenário doméstico e um na China como destaques. No Brasil, atenção para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de julho, na quinta-feira (8). A GO Associados projeta uma alta de 0,27%, reforçando os sinais de dissipação dos efeitos da greve sobre os preços, especialmente dos alimentos e combustíveis.

Enquanto isso, a temporada de resultados entra em sua reta final em sua semana mais agitada. São cerca de 80 balanços agendados entre segunda e sexta, com destaque para empresas como Magazine Luiza (MGLU3), Braskem (BRKM5), Banco do Brasil (BBAS3), além das siderúrgicas CSN (CSNA3) e Gerdau (GGBR4).

Nos Estados Unidos, o destaque da semana será a publicação da taxa de inflação ao consumidor do mês de julho, na sexta-feira (10). O mercado espera que a inflação nos EUA permaneça em torno de 3,0%, refletindo o aumento do preço do barril de petróleo no mercado internacional. Além disso, vale destacar a publicação do índice de preços ao produtor de
julho, que sai na quinta-feira (9), e o resultado fiscal do governo federal também para o mês de julho, na sexta.

Na Ásia saem os dados da balança comercial da China e o índice de inflação ao consumidor, ambos na quarta-feira (8). O resultado das transações comerciais deve indicar os possíveis efeitos negativos da guerra comercial com os EUA sobre o gigante asiático. A semana ainda traz a primeira estimativa do PIB japonês para o segundo trimestre, na quinta-feira (9).

Para conferir a agenda completa de indicadores, clique aqui.

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