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O que mudou no processo de escolha dos conselheiros do maior fundo de pensão do Brasil

Em agosto, o conselho deliberativo da fundação aprovou um novo modelo de avaliação do desempenho de conselheiros

logo do Banco do Brasil
(Divulgação)

A Previ está aprimorando o processo de escolha e acompanhamento de seus representantes nos conselhos de administração e fiscal de companhias abertas. O fundo tem representantes nos colegiados de grandes companhias como Vale, BRF, Invepar e Embraer. Em agosto, o conselho deliberativo da fundação aprovou um novo modelo de avaliação do desempenho de conselheiros, que levará em conta pontos como conhecimento da empresa, visão estratégica e proatividade.

Com patrimônio de R$ 169,5 bilhões, a Previ tem 175 assentos e 106 conselheiros - 60 de administração e 46 fiscais, entre titulares e suplentes -, alguns com mandatos em mais de uma empresa. O fundo tem trabalhado para casar o perfil do candidato indicado ao momento vivido pela companhia. A diversidade de conhecimentos e experiências dentro de cada conselho também pesa na indicação.

Os analista de ativos da Previ vão passar o panorama de cada setor e o que o fundo de pensão enxerga como seus maiores desafios. A partir de 2017, fará uma avaliação trimestral do desempenho do ativo e dos conselheiros.

O modelo avaliará pontos como o conhecimento da empresa pelo conselheiro, visão estratégica e relacionamento com outros órgãos de governança. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

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