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SÃO PAULO – Pelo segundo pregão consecutivo, o índice Nikkei fechou com valorização nesta terça-feira (5), impulsionado por companhias correlacionadas com commodities.
Na China, a bolsa de Hong Kong também encerrou em alta, assim como a bolsa de Xangai, que atingiu máxima de três semanas.
| %Var Dia | Pontos | %Var 30D | %Var Ano | |
| Nikkei | +0,25 | 10.682 | +6,58 | +1,28 |
| Hang Seng | +2,09 | 22.280 | -0,97 | +1,87 |
| Shangai Composite | +1,18 | 3.282 | -1,05 | +0,15 |
Commodities impulsionam Tóquio
O índice Baltic Dry, que mede os custos de transporte marítimo para commodities, marcou alta expressiva de 4,5% no último pregão – a primeira desde 4 de dezembro de 2009. Como resposta, os papéis das transportadoras Mitsui O.S.K. e Nippon Yusen K.K. subiram 3,9% e 3,5%, respectivamente.
Diante da variação positiva do petróleo, ativos com alta correlação ao óleo bruto marcaram valorização. Dentre as altas, ênfase para as ações de Mitsubishi (2,5%), Mitsui & Co. (2,9%) e Inpex (1,8%).
Frio esquenta Xangai
A CCT (China Central Television) noticiou que a região norte da China poderá ter a menor temperatura em 50 anos, em linha com o visto em Pequim, onde as projeções indicam que a temperatura poderá cair para -16°C nesta terça-feira. Prevendo maior uso de energia, os papéis de China Shenhua Energy e Datong Coal Industry avançaram 2,5% e 3,9%, respectivamente.
Por fim, respondendo à alta de 0,8% do cobre em Xangai, as ações da Jiangxi Copper – maior produtora de cobre da China – dispararam 3,6%, assim como as da Zijin Mining Group, com ganhos de 2,1%.