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SÃO PAULO – O índice Nikkei fechou com desvalorização nesta terça-feira (16), pelo primeiro pregão em quatro, afetado por exportadoras.
Na China, a bolsa de Hong Kong também encerrou em baixa, enquanto a bolsa de Xangai subiu, sendo a última influenciada pelo setor financeiro.
| %Var Dia | Pontos | %Var 30D | %Var Ano | |
|---|---|---|---|---|
| Nikkei | -0,28 | 10.722 | +6,24 | +1,66 |
| Hang Seng | -0,27 | 21.023 | +3,72 | -3,88 |
| Shangai Comp. | +0,53 | 2.993 | -0,84 | -8,68 |
Apreciação
Diante da valorização do iene frente ao dólar e ao euro, em meio ao primeiro dia de reunião do BoJ (Bank of Japan), papéis de exportadoras caíram em Tóquio. Dentre as baixas, ênfase para os papéis de Honda (-1,5%), Pioneer (-2,5%) e Canon (-1,3%).
Em resposta às baixas do petróleo e de metais, as ações das importadoras Mitsui e Itochu recuaram 1,2% e 2,1%, respectivamente, em linha com as da Inpex – maior petrolífera do Japão –, com perdas de 1,2%.
Encerrando em Tóquio, destaca-se a desvalorização de 2,4% dos papéis da Takashimaya, após a Mizuho Securities cortar a recomendação das ações da operadora de lojas de departamento, de neutro para outperform (desempenho acima da média do mercado).
Na baixa
A CIMB Research elevou a recomendação dos papéis do China Merchants Bank, de neutro para outperform, à medida que acredita que as recentes baixas dos papéis (e de todo o setor financeiro chinês) não condizem com os prospectos de ganhos neste ano, a despeito da menor expansão de crédito esperada.
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Em meio ao cenário, as ações do banco dispararam 3,2%, assim como as dos rivais Huaxia Bank, em parte detido pelo Deutsche Bank, e Shanghai Pudong Development Bank – parceiro local do Citigroup –, com ganhos de 3,7% e 2,5%, respectivamente.