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SÃO PAULO – O índice Nikkei fechou com desvalorização de 2,31% nesta segunda-feira (2), após forte queda dos preços das commodities na última sessão e o recuo do indicador de gastos nos Estados Unidos.
Na China, a bolsa de Xangai não acompanhou o ritmo do índice japonês e encerrou o dia em alta de 2,70%, impulsionada pelo desempenho do setor manufatureiro da economia emergente.
Commodities pressionam
As ações da corretora japonesa Mitsubishi recuaram 3,1% em função da forte queda do petróleo em Nova York na última sexta-feira (30). Vale lembrar que 40% da corretagem captada pela empresa são de trades com contratos futuros de diversas commodities.
Entretanto, o principal destaque de baixa do dia ficou por conta dos papéis da Sony, que encerraram a sessão com desvalorização de 5,80%. O quarto prejuízo trimestral e a valorização do iene frente ao dólar prejudicaram o desempenho das ações.
Xangai se descola
Ao contrário de seus pares asiáticos, a bolsa de Xangai subiu forte nesta segunda-feira em reposta ao desempenho surpreendente do setor manufatureiro chinês no mês de outubro, demonstrando a força da economia emergente.
O índice elaborado pelo banco HSBC subiu de 55 pontos em setembro para 55,4 pontos no último mês, o ritmo de expansão mais rápido nos últimos 18 meses, revela o estudo.
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Confira as cotações
O índice Nikkei da Bolsa de Tóquio encerrou o pregão em baixa de 2,31%, chegando a 9.803 pontos e, com isso, o acumulado no ano aponta para forte alta de 12,07%.
Já o índice Hang Seng, da Bolsa de Hong Kong, apresentou baixa de 1,04% e atingiu 21.526 pontos,
enquanto o índice Shangai Composite da Bolsa de Xangai registrou alta de 2,70%, encerrando a 3.077 pontos.
| %Var Dia | Pontos | %Var 30D | %Var Ano | |
| Nikkei | -2,31 | 9.803 | +0,73 | +12,07 |
| Hang Seng | -1,04 | 21.526 | +5,65 | +51,21 |
| Shangai Composite | +2,70 | 3.077 | +10,69 | +68,97 |