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SÃO PAULO – Atingindo o menor patamar em quase dois meses, o índice Nikkei fechou com desvalorização nesta sexta-feira (5), afetado por exportadoras e transportadoras.
Na China, a bolsa de Hong Kong também encerrou com perdas, assim como a bolsa de Xangai, cujo índice Shangai Composite marcou três baixas semanais consecutivas.
| %Var Dia | Pontos | %Var 30D | %Var Ano | |
|---|---|---|---|---|
| Nikkei | -2,89 | 10.057 | -6,28 | -4,64 |
| Hang Seng | -3,14 | 19.703 | -12,11 | -9,91 |
| Shangai Comp. | -1,87 | 2.939 | -9,67 | -10,31 |
Iene forte, receita fraca
Em face da valorização do iene frente ao dólar e ao euro, em parte explicada pelos temores quanto às dívidas públicas de Portugal e Grécia, ações de exportadoras caíram em Tóquio. Dentre as baixas, enfase para os papéis de Panasonic (-3,1%), Canon (-3,5%), Kyocera (-4%) e Nintendo (-3,8%).
Diante do declínio de commodities, em especial das baixas de 5% do petróleo e de 4,4% do ouro, os papéis da importadora Mitsubishi recuaram 3,3%, em linha com os de Sumitomo e Mitsui Mining & Smelting, com perdas de 4,1% e 3,7%, respectivamente.
Diluição atrapalha Xangai
De olho nos níveis de capital, o Bank of Communications pretende realizar uma oferta de direitos de suas ações em Xangai e em Hong Kong, para levantar mais de 20 bilhões de yuans, conforme noticiado no periódico 21st Century Business Herald. Como resposta, as ações do banco declinaram 1,5%.
Por fim, respondendo às quedas das commodities, os papéis da PetroChina caíram 1,6%, em linha com os da Jiangxi Copper, com perdas de 3,5%. Na mesma esteira, os ativos da Zijin Mining Group – maior produtora de ouro da China – recuaram 2,4%.