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SÃO PAULO – Em face da menor demanda por bens de consumo, a Nike considera reduzir sua força de trabalho global em 4%, o que afetaria cerca de 1,4 mil trabalhadores em todo o mundo.
Além dos cortes, a fabricante de artigos esportivos afirmou que pretende reestruturar suas operações e que completará tal plano de enxugamento em maio próximo, mês no qual se encerra seu ano fiscal.
Diversificando para não perder
A despeito da intenção revelada, a companhia têxtil não informou detalhes do processo de reestruturação, o que eleva a preocupação dos 35 mil funcionários que emprega ao redor do mundo.
Por fim, e ao olhar para o resultado operacional do último trimestre, o avanço de 8,8% no lucro líquido é respeitável. No entanto, o problema é que a maior parte do crescimento veio de China e Japão, em vez de EUA e Europa – mercados tradicionais da Nike.